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16 de fevereiro de 2020, 15h12

Tensão por processo em que agrediu ex-namorado pode ter provocado o suicídio de jornalista inglesa

Pessoas próximas de Caroline Flack, ex-namorada do príncipe Harry, disseram que a jornalista estava "vulnerável" e passando por "enorme pressão" nos últimos meses

Caroline Flack (Reprodução/Instagram)

A morte da britânica Caroline Flack, apresentadora do programa Love Island, pode ser explicada, em partes, pela pressão que sofreu durante o processo judicial que a acusava de agredir o ex-namorado, o ex-tenista e modelo, Lewis Burton. Pessoas próximas a Flack disseram que a apresentadora estava passando por meses de “enorme pressão” e se encontrava “vulnerável”.

Leia também: Jornalista britânica, ex-namorada de príncipe Harry, comete suicídio aos 40 anos

O próprio ex-namorado de Flack, Lewis Burton, não apoiou a acusação contra a apresentadora e testemunhou em favor dela. O julgamento estava previsto para o próximo mês. Recentemente, no entanto, o Ministério Público da Coroa decidiu que as acusações de violência doméstica não devem ser anuladas, mesmo quando quem acusa retira a queixa.

Em um comunicado divulgado na noite deste sábado (15), Francis Ridley, da Money Talent Management, empresa de administração de Flack, contou que, nos últimos meses, “Caroline estava sob enorme pressão devido a um caso em andamento e a um julgamento em potencial que foi bem relatado. A CPS [sigla para Crown Prosecution Service, o Ministério Público da Coroa] buscou isso quando soube não apenas quão vulnerável estava Caroline, mas também que a suposta vítima não apoiou a acusação e contestou a versão da CPS dos eventos”.

A apresentadora foi encontrada morta na manhã deste domingo (16), aos 40 anos. Segundo o portal britânico Mirror, a família teria confirmado que ela cometeu suicídio.


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