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10 de janeiro de 2020, 13h53

Trump intensifica sanções contra o Irã e fala em corte de “bilhões de doláres”

Bloqueio tem como alvo funcionários do governo iraniano e setores-chave da economia do país

Donald Trump - Foto: Reprodução

O presidente norte-americano Donald Trump intensificou nesta sexta-feira (10) as sanções econômicas contra o Irã. Anúncio foi feito por meio do secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, e o secretário do Tesouro Steven Mnuchin. Detalhes sobre as novas sanções não foram citados, mas Mnuchin disse que o país cortará “bilhões de dólares” do Irã.

O principal alvo do bloqueio será altos funcionários do governo e setores-chave da economia iraniana, como o aço. Mike Pompeo disse que as medidas vão atingir não apenas a economia local, mas também o líder supremo do Irã, o aitolá Ali Khamenei, além da cúpula do governo, entre eles oito líderes políticos do país.

“Observei a atividade iraniana na região naquela noite. Eles tinham intenção total de matar as forças americanas, fossem nossos militares ou o pessoal da diplomacia na região”, afirmou Pompeo.
“Estou confiante de que a resposta que o presidente deu é apropriada. O presidente disse que não queremos guerra. Queremos que o Irã se comporte como uma nação normal”, acrescentou.
O anúncio de Trump ocorre em meio a um acirramento do conflito entre os dois países. No início desta semana, o Irã atacou bases americanas no Iraque, em retaliação ao assassinato do general iraniano Qassem Soleimani na semana passada.
Em pronunciamento realizado na Casa Branca nesta quarta-feira (8), o presidente estadunidense reforçou a ideia das sanções econômicas ao invés de uma investida militar. “Vamos estabelecer novas sanções poderosas até que o Irã mude seu comportamento”, declarou o presidente, que também disse que espera que “União Europeia, Rússia e China apoiem essa medida”.

 


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