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26 de junho de 2019, 19h02

Venezuela assegura que evitou golpes de Estado contra Maduro apoiados por Colômbia e Chile

O ministro de Comunicação do país, Jorge Rodríguez, afirma que o governo Venezuelano possui “vídeos que comprovam plenamente a entrega de armas e dinheiro”, que teriam sido entregues pelos países mencionados a grupos desestabilizadores

O ministro de Comunicação da Venezuela, Jorge Rodríguez (Foto: Twitter)

O governo da Venezuela anunciou nesta quarta-feira (26) que o país conseguiu evitar tentativas de golpe de Estado contra o presidente Nicolás Maduro, que contaram com ajuda internacional. O ministro de Comunicação, Jorge Rodríguez, foi o responsável por difundir o comunicado, que detalhou alguns detalhes desses planos, como o fato de que eles teriam contado com a ajuda dos governos da Colômbia e do Chile (segundo a versão de Caracas).

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Em um pronunciamento que terminou se tornando uma coletiva para a imprensa, Rodríguez afirmou que um desses planos foi o ocorrido no último dia 30 de abril, com a tentativa de tomada da base militar de La Carlota, em Caracas, e que este seria apenas um dos ataques a objetos militares, já que outros estavam sendo preparados contra as bases Bolívar a Ayala.

Outros dois planos golpistas visavam um assalto à sede do Banco Central da Venezuela e o assassinato do presidente da Assembleia Nacional Constituinte (ANC), Diosdado Cabello – vale recordar que a Venezuela tem dois Legislativos funcionando de forma paralela: a ANC, de hegemonia chavista, e a Assembleia Nacional (AN), de maioria opositora.

Rodríguez relata que outra das ações previstas era um bombardeio do Palácio de Miraflores (sede do governo venezuelano) e o assassinato do presidente Maduro. O ministro também contou que, entre todas as ações para desarticular os movimentos golpistas, a inteligência venezuelana teria apreendido munição para metralhadoras, que totalizariam cerca de 140 mil balas. Também afirmou que vários grupos de combate eram apoiados por instrutores militares israelenses.

Sobre a participação internacional no planejamento dos golpes, o ministro venezuelano não só apontou aos governos da Colômbia e do Chile como mencionou diretamente os seus presidentes, Iván Duque e Sebastián Piñera, respectivamente. Ele afirmou que seu país possui provas de que os dois governos ajudaram a financiar ações violentas de grupos desestabilizadores, fornecendo armas e dinheiro, e explicou as manobras eram planejadas por videoconferências entre os insurgentes venezuelanos e militares de outros países.

Segundo Rodríguez, o governo da Venezuela possui 56 horas de vídeos onde se comprovariam com detalhes a participação dos vizinhos da região nos planos de golpe contra Maduro.

Com informações do portal RT.


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