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12 de setembro de 2017, 09h57

Governo vê sinais de que Geddel vai delatar

Acordo seria única saída vista por ex-braço direito de Temer, depois de não ter conseguido garantir o silêncio de Lúcio Funaro. Da Redação Sinais indicam que o novo delator que pode complicar, ainda mais, a situação de Michel Temer é seu ex-braço direito, Geddel Vieira Lima. Isso porque, desde o meio do ano, familiares de Geddel vem se afastando do círculo do PMDB. Afrísio Filho, irmão de Geddel, foi o primeiro. Pediu, em julho, o desligamento da Fundação Ulysses Guimarães, onde exercia o cargo de tesoureiro. O outro irmão, Lúcio Vieira Lima, também anda sumido e, não atende nem ao...

Acordo seria única saída vista por ex-braço direito de Temer, depois de não ter conseguido garantir o silêncio de Lúcio Funaro.

Da Redação

Sinais indicam que o novo delator que pode complicar, ainda mais, a situação de Michel Temer é seu ex-braço direito, Geddel Vieira Lima. Isso porque, desde o meio do ano, familiares de Geddel vem se afastando do círculo do PMDB.

Afrísio Filho, irmão de Geddel, foi o primeiro. Pediu, em julho, o desligamento da Fundação Ulysses Guimarães, onde exercia o cargo de tesoureiro. O outro irmão, Lúcio Vieira Lima, também anda sumido e, não atende nem ao telefone, desde que os R$ 51 milhões em dinheiro vivo foram pegos em um apartamento usado por Geddel.

Segundo informou a coluna de Lauro Jardim, em O Globo, o Palácio do Planalto tem estranhado este afastamento. Auxiliares de Michel Temer já enxergam como um sinal da intenção de Geddel Vieira Lima iniciar tratativas para uma delação premiada.

Nos bastidores, o Planalto avalia que por não ter conseguido garantir o silêncio do doleiro Lúcio Funaro, Geddel viu como única saída contar tudo o que sabe.

Veja também:  Pimenta confirma uso de mensagens em ação contra Dallagnol: "Transformaram a Lava Jato num grande negócio"

*com informações da coluna de Lauro Jardim, em O Globo
Fotos: Reprodução/TV Globo e Polícia Federal

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