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08 de setembro de 2018, 12h48

Haddad afirma que não muda discurso “por uma circunstância”

Ele disse que não mudará de estratégia após o atentado sofrido por Jair Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PSL

Haddad e Marinho em Parelheiros. Foto: Reprodução
O candidato a vice-presidente da República pelo PT, Fernando Haddad, disse, na manhã deste sábado, em Parelheiros, Zona Sul de São Paulo, que não mudará de estratégia após o atentado sofrido por Jair Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PSL. “Meu discurso não vai mudar por uma circunstância”, disse. Haddad considerou que a campanha petista não tinha ataques a Bolsonaro como seu foco. Ele afirmou ainda desejar o restabelecimento da saúde do candidato. Sobre a possibilidade de reforço na segurança de candidatos pela Polícia Federal, Haddad disse que aguarda contato da PF. “Não sei se o esquema de proteção a candidatos é o mesmo que há para...

O candidato a vice-presidente da República pelo PT, Fernando Haddad, disse, na manhã deste sábado, em Parelheiros, Zona Sul de São Paulo, que não mudará de estratégia após o atentado sofrido por Jair Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PSL. “Meu discurso não vai mudar por uma circunstância”, disse.

Haddad considerou que a campanha petista não tinha ataques a Bolsonaro como seu foco. Ele afirmou ainda desejar o restabelecimento da saúde do candidato.

Sobre a possibilidade de reforço na segurança de candidatos pela Polícia Federal, Haddad disse que aguarda contato da PF. “Não sei se o esquema de proteção a candidatos é o mesmo que há para vices”, comentou.

A campanha petista está prestes a tomar uma decisão sobre a chapa. Após a cassação do registro da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Planalto, o PT teve concedido um prazo de dez dias para indicar o candidato que será o novo cabeça de chapa. Haddad já havia afirmado que decidirá na segunda-feira (10) com Lula quem será o candidato a presidente.

Sobre a reunião com Lula, Haddad disse neste sábado apenas que será um despacho normal, que ocorre semanalmente.

Veja também:  Flávio Dino responde a provocação de Bolsonaro: "o presidente da República não pode determinar perseguição"

Com informações do Estadão

 

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