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03 de fevereiro de 2019, 08h20

Haddad diz que desde o fim da Ditadura “boi, bala e Bíblia” esperavam DEM comandar Casa Civil, Câmara e Senado

Com o nome de Aliança Renovadora Nacional (Arena), legenda foi criada em 1965 para dar apoio à Ditadura Militar e se transmutou durante o processo de redemocratização como Partido Democrático Social (PDS), depois Partido da Frente Liberal (PFL) até chegar a atual denominação: DEM

Foto: Lula Marques
Fernando Haddad (PT) comentou na manhã deste domingo (3) a articulação do ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni (DEM/RS), para alçar à presidência da Câmara e do Senado correligionários da antiga Aliança Renovadora Nacional (Arena), legenda criada em 1965 para dar apoio à Ditadura Militar, que se transmutou durante o processo de redemocratização como Partido Democrático Social (PDS), depois Partido da Frente Liberal (PFL) até chegar a atual denominação de “Democratas”, ou DEM. Leia também: Em artigo, FHC diz que não mandou “prender Lula” e jamais participou de “golpe algum” Presidente da sigla, ACM Neto diz que...

Fernando Haddad (PT) comentou na manhã deste domingo (3) a articulação do ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni (DEM/RS), para alçar à presidência da Câmara e do Senado correligionários da antiga Aliança Renovadora Nacional (Arena), legenda criada em 1965 para dar apoio à Ditadura Militar, que se transmutou durante o processo de redemocratização como Partido Democrático Social (PDS), depois Partido da Frente Liberal (PFL) até chegar a atual denominação de “Democratas”, ou DEM.

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“As bancadas temáticas (boi, bala, Bíblia) precisavam de um partido para articulá-las. O DEM, na Casa Civil e na presidência das duas Casas, se habilita para exercer a função em troca de poder. Desde o fim da ditadura espera esse momento”, disse o petista.

Neste sábado, após dois dias de embates e confusão no Senado, Renan Calheiros (MDB/AL) retirou seu nome da disputa e abriu caminho para a eleição de Davi Alcolumbre (DEM/AP), candidato de Onyx e do governo Jair Bolsonaro (PSL). Na sexta-feira, Rodrigo Maia (DEM/RJ) foi reeleito para o terceiro mandato no comando da Câmara Federal.

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