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20 de fevereiro de 2019, 11h30

Hoje em um salário mínimo, benefício para idoso carente cai para R$ 400 em reforma

Com a reforma, o benefício, hoje pago a partir dos 65 anos, poderá ser solicitado a partir dos 60. No entanto, cai mais de 50%, para R$ 400. Para ter acesso ao valor de um salário mínimo, o idoso deverá completar 70 anos.

Foto: Agência Brasil
O Benefício de Prestação Continuada (BPC), renda mensal de um salário mínimo paga pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a idosos e deficientes em condições de miseralibidade, cai para R$ 400 na Reforma da Previdência proposta nesta quarta-feira (20) pelo governo. Atualmente, segurados a partir de 65 anos podem receber o benefício de R$ 998, valor do atual salário mínimo. Para deficientes, a regra não muda.  Para o idoso, com a reforma, o benefício poderá ser pago a partir dos 60 anos. No entanto, cai mais de 50%, para R$ 400. Para ter acesso ao valor de um salário...

O Benefício de Prestação Continuada (BPC), renda mensal de um salário mínimo paga pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a idosos e deficientes em condições de miseralibidade, cai para R$ 400 na Reforma da Previdência proposta nesta quarta-feira (20) pelo governo.

Atualmente, segurados a partir de 65 anos podem receber o benefício de R$ 998, valor do atual salário mínimo. Para deficientes, a regra não muda. 

Para o idoso, com a reforma, o benefício poderá ser pago a partir dos 60 anos. No entanto, cai mais de 50%, para R$ 400. Para ter acesso ao valor de um salário mínimo, o idoso deverá completar 70 anos.

Também houve uma mudança nas condições de elegibilidade para receber o BPC. Atualmente, é necessário ter renda mensal inferior a 1/4 do salário mínimo. A proposta de Reforma da Previdência acrescenta o critério de patrimônio inferior a R$ 98 mil.

 

 

Veja também:  Com a Previdência nos holofotes, outras pautas tramitam "em silêncio" no Congresso

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