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17 de junho de 2019, 19h29

Jean Wyllys sobre Carlos Bolsonaro: “Teve chances de ser uma bicha honrada, mas optou pela homofobia”

“O filho do presidente teve todas as chances e meios de enfrentar a homofobia do pai e ser uma bicha como eu sou - orgulhosa de mim”, escreveu o ex-deputado

Foto: Reprodução/TV Globo
O ex-deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), que se viu obrigado a deixar o Brasil em função das ameaças de morte que recebia, principalmente por sua agenda em defesa das causas LGBTs, tuitou nesta segunda-feira (17), fazendo referência a Carlos Bolsonaro. “O filho do presidente teve todas as chances e meios de enfrentar a homofobia do pai e ser uma bicha como eu sou – orgulhosa de mim, inteligente, ativista e honrada, disposta a lutar por justiça social – mas optou por ser essa vergonhosa fábrica de fake news homofóbicas”, escreveu. O filho do presidente teve todas as chances e meios...

O ex-deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), que se viu obrigado a deixar o Brasil em função das ameaças de morte que recebia, principalmente por sua agenda em defesa das causas LGBTs, tuitou nesta segunda-feira (17), fazendo referência a Carlos Bolsonaro.

“O filho do presidente teve todas as chances e meios de enfrentar a homofobia do pai e ser uma bicha como eu sou – orgulhosa de mim, inteligente, ativista e honrada, disposta a lutar por justiça social – mas optou por ser essa vergonhosa fábrica de fake news homofóbicas”, escreveu.


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Wyllys foi substituído na Câmara por seu suplente, David Miranda (PSOL-RJ), que também vem sofrendo intimidações. O parlamentar encaminhou à Polícia Federal (PF) e-mails recebidos com ameaças de morte contra ele e sua família.

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Miranda é casado há 15 anos com o jornalista Glenn Greenwald, fundador do The Intercept Brasil. O site é responsável pela Vaza Jato, como ficou conhecido o conjunto de mensagens entre procuradores federais da força-tarefa da Operação Lava Jato e o ex-juiz Sérgio Moro, revelando um esquema de cooperação entre o magistrado e o grupo de acusadores que, entre outros, levou o ex-presidente Lula à prisão.

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