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25 de junho de 2019, 11h12

Joice Hasselmann ataca “canetada de Barroso” por decisão sobre demarcação de terras indígenas

"Incrível como alguns se negam a admitir que o presidente foi eleito e tem poderes constitucionais", tuitou Joice, confrontando diretamente o ministro do STF

Eduardo Bolsonaro, Joice Hasselmann e Luís Roberto Barroso (Montagem)
A líder do governo Jair Bolsonaro (PSL) no Congresso Nacional, deputada Joice Hasselmann (PSL/SP) atacou o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), classificando como “canetada” a decisão que suspendeu a Medida Provisória que transfere para o Ministério da Agricultura, comandado por ruralistas, a demarcação de terras indígenas. Inscreva-se no nosso Canal do YouTube, ative o sininho e passe a assistir ao nosso conteúdo exclusivo “Espero que o pleno do STF corrija a canetada do Ministro Barroso q suspende decisão de @jairbolsonaro sobre a demarcação de terra indígena. Incrível como alguns se negam a admitir que o PR...

A líder do governo Jair Bolsonaro (PSL) no Congresso Nacional, deputada Joice Hasselmann (PSL/SP) atacou o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), classificando como “canetada” a decisão que suspendeu a Medida Provisória que transfere para o Ministério da Agricultura, comandado por ruralistas, a demarcação de terras indígenas.

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“Espero que o pleno do STF corrija a canetada do Ministro Barroso q suspende decisão de @jairbolsonaro sobre a demarcação de terra indígena. Incrível como alguns se negam a admitir que o PR foi ELEITO e tem PODERES constitucionais. Instituições NÃO podem estar contra o povo”, tuitou Joice.

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Com a decisão de Barroso, a demarcação volta a ser função da Fundação Nacional do Índio (Funai), ligada ao Ministério da Justiça. O ministro do STF solicitou que o caso seja pautado para ser julgado pelo plenário da Corte, com urgência.

AGU
Subordinada a Bolsonaro, a Advocacia Geral da União (AGU) divulgou nota sobre a suspensão de trechos da MP 886, mas não deixou claro se vai recorrer contra a liminar concedida por Barroso. “Tendo em vista a cautelar deferida pelo ministro Luís Roberto Barroso que suspende alguns artigos da Medida Provisória 886/2019, a Advocacia-Geral da União aguarda que o plenário do Supremo Tribunal Federal aprecie a decisão com urgência”, diz a nota.

“O advogado-geral da União, André Mendonça, defende que as ações que questionam a MP tenham prioridade na pauta de julgamentos da Corte”, afirma o comunicado.

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