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20 de outubro de 2014, 12h36

Jornalista Elio Gaspari relembra escândalos de corrupção do PSDB

Colunista da Folha de S. Paulo confirma que casos de corrupção do PSDB citados pela presidenta Dilma nos debates continuam até hoje sem punição. "O tucanato deu-lhes graus variáveis de solidariedade e silêncio", escreveu

Colunista da Folha de S. Paulo confirma que casos de corrupção do PSDB citados pela presidenta Dilma nos debates continuam até hoje sem punição. “O tucanato deu-lhes graus variáveis de solidariedade e silêncio”, escreveu Por Redação Em sua coluna deste domingo (19) no jornal Folha de S. Paulo, Elio Gaspari relembrou os casos de corrupção do PSDB citados pela presidenta e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) nos últimos debates contra o tucano Aécio Neves. O texto “Todos soltos, todos soltos, até hoje” faz referência a cinco escândalos assim denominados: “Caso Sivam”, “Pasta Rosa”, “Compra de votos para a reeleição de...

Colunista da Folha de S. Paulo confirma que casos de corrupção do PSDB citados pela presidenta Dilma nos debates continuam até hoje sem punição. “O tucanato deu-lhes graus variáveis de solidariedade e silêncio”, escreveu

Por Redação

Em sua coluna deste domingo (19) no jornal Folha de S. Paulo, Elio Gaspari relembrou os casos de corrupção do PSDB citados pela presidenta e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) nos últimos debates contra o tucano Aécio Neves. O texto “Todos soltos, todos soltos, até hoje” faz referência a cinco escândalos assim denominados: “Caso Sivam”, “Pasta Rosa”, “Compra de votos para a reeleição de FHC”, “Mensalão tucano mineiro” e “Compra de trens em São Paulo”.

O jornalista ressaltou que, de fato, os envolvidos nessas denúncias nunca foram presos e fez uma análise sobre os motivos que levaram os corruptos à impunidade. “Eles receberam essa graça porque o Ministério Público e o Judiciário não conseguiram colocar-lhes as algemas. O tucanato deu-lhes graus variáveis de solidariedade e silêncio”, escreveu. Na coluna, Gaspari faz uma retrospectiva, dando detalhes de como cada caso aconteceu.

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Em resposta, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso enviou uma carta à Folha de S. Paulo, em que contou a sua versão. Ele negou a existência do “cartel do PSDB” na compra de trens em São Paulo e disse que não há acusações formais a partidos. Afirmou ainda que cobrou apuração e julgamento à época do “mensalão mineiro” e que boa parte dos escândalos citados não aconteceu durante o seu governo.

Foto de capa: DCM

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