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05 de julho de 2019, 10h34

Kajuru pede desculpas por usar palavrão e afirma que pode renunciar até segunda-feira

O primeiro suplente de senador de Jorge Kajuru é o advogado Benjamin Beze Júnior (PRP). Ele figurava entre os 10 candidatos mais ricos em Goiás nas últimas eleições.

Foto: Reprodução
O senador Jorge Kajuru (sem partido-GO) afirmou, através de sua conta do Twitter, na manhã desta sexta-feira (5), que pode renunciar até segunda-feira. DO POST ABAIXO, DEVO CONFESSAR QUE ESTOU DECIDINDO A RENUNCIAR. NÃO PRECISO DISSO E PARECE NÃO VALER A PENA, POIS NÃO HÁ RECONHECIMENTO. MUITOS GOSTAM DO MALANDRO, CORRUPTO, FALSO E HIPÓCRITA. DE HOJE ATÉ SEGUNDA CONCLUO SE I MELHOR É RENUNCIAR MESMO. — Senador Kajuru (@SenadorKajuru) 5 de julho de 2019 Além disso, Kajuru pediu desculpas, por ter usado palavra de baixo nível em entrevista nesta quinta-feira. QUANDO ERRO, VOLTO ATRÁS RÁPIDO. PEÇO DESCULPAS PELA PALAVRA DE...

O senador Jorge Kajuru (sem partido-GO) afirmou, através de sua conta do Twitter, na manhã desta sexta-feira (5), que pode renunciar até segunda-feira.

Além disso, Kajuru pediu desculpas, por ter usado palavra de baixo nível em entrevista nesta quinta-feira.

O senador Jorge Kajuru (sem partido-GO), que deixou o PSB nesta terça-feira, após votar a favor do decreto de armas do presidente Jair Bolsonaro (PSL-GO), disse em entrevista a um blog de direita repetidas vezes querer que seus eleitores se fodam.

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Após ser questionado sobre o motivo pelo qual não obedeceu ao resultado da enquete que fez sobre os decretos das armas, o que lhe rendeu comentários negativos de seus eleitores, o parlamentar respondeu que “se algum dos comentários me desrespeitar, não entender a minha opinião, eu quero que ele se foda”.

Suplente rico

O primeiro suplente de senador de Jorge Kajuru é o advogado Benjamin Beze Júnior (PRP). Ele figurava entre os 10 candidatos mais ricos em Goiás nas últimas eleições. O advogado afirmou à Justiça Eleitoral ter patrimônio de R$ 19,1 milhões.

Dissidente

Kajuru decidiu aceitar o convite do PSB para sair do partido. A decisão foi tomada nesta terça-feira, após longa reunião com o presidente nacional da sigla, Carlos Siqueira (PE), que já foi hostilizado publicamente pelo senador, mas desta vez ganhou elogios e a garantia de que o jornalista goiano não vai para nenhum outro partido.

“Respeito a história do PSB. Mas, como o partido não concordou com o meu voto sobre o decreto das armas, eu preferi sair. Eu procurei o partido e agradeci a um dos homens mais éticos e honrados do País, Carlos Siqueira”, anunciou Kajuru, que, na semana passada, mandou Siqueira para o “raio que o parta”.

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Kajuru resolveu aprovar o decreto após propor pequenas alterações no texto original.

 

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