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22 de fevereiro de 2019, 20h18

Líder chavista: munição usada em assassinato na fronteira não é da Guarda Bolivariana

Presidente da Assembleia Nacional Constituinte, Diosdado Cabello comentou a morte de indígena nesta sexta-feira (22)

Reprodução/Twitter
Por Brasil de Fato  O cartucho de munição utilizado no assassinato de Zoraida Rodriguez, nesta sexta-feira (22), prova que não há envolvimento da Guarda Nacional Bolivariana no crime. Essa foi a versão divulgada pelo presidente da Assembleia Nacional Constituinte, Diosdado Cabello, no primeiro pronunciamento de um líder chavista sobre a morte de uma indígena na comunidade de Kumarakapay, no estado de Bolívar. “Há uma pessoa falecida. Essa é a informação que tenho. Disseram, a princípio, que havia sido a Guarda Nacional, mas, pelo tipo de cartucho, já está demonstrado que não tem nada a ver com a Guarda Nacional. São grupos violentos, dirigidos por membros do Vontade...

Por Brasil de Fato 

O cartucho de munição utilizado no assassinato de Zoraida Rodriguez, nesta sexta-feira (22), prova que não há envolvimento da Guarda Nacional Bolivariana no crime. Essa foi a versão divulgada pelo presidente da Assembleia Nacional Constituinte, Diosdado Cabello, no primeiro pronunciamento de um líder chavista sobre a morte de uma indígena na comunidade de Kumarakapay, no estado de Bolívar.

“Há uma pessoa falecida. Essa é a informação que tenho. Disseram, a princípio, que havia sido a Guarda Nacional, mas, pelo tipo de cartucho, já está demonstrado que não tem nada a ver com a Guarda Nacional. São grupos violentos, dirigidos por membros do Vontade Popular”, disse o chavista, acusando o partido oposicionista de ter promovido o ataque. Integrantes do Vontade Popular, por outro lado, usaram as redes sociais para atribuir o assassinato ao Exército bolivariano.

Cabello acrescentou que a oposição, comandada pelo autoproclamado “presidente interino” Juan Guaidó, está empenhada em produzir polêmicas e “falsos positivos”, ou seja, boatos para desestabilizar o governo de Nicolás Maduro. Os chavistas são contrários à entrada de “ajuda humanitária” patrocinada pelos Estados Unidos, por considerar que uma permissão para o acesso de caminhões na fronteira abriria caminho para um “cavalo de Troia”, com o objetivo de derrubar o presidente eleito.

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