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22 de maio de 2018, 15h22

Maduro expulsa representante diplomático norte-americano da Venezuela

A atitude vem como uma resposta às novas sanções dos EUA impostas contra a Venezuela após a reeleição de Maduro, que classificou o governo de Donald Trump como um regime "supremacista, racista e intervencionista". Diplomata tem 48 horas para deixar o país

Foto: Divulgação
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, informou nesta terça-feira (22) que mandou expulsar o representante diplomático norte-americano do país, Todd Robinson. Ele foi declarado como persona non grata por Maduro e tem um prazo de 48 horas para deixar a Venezuela. A atitude, anunciada durante a cerimônia de posse de Maduro, que se reelegeu presidente após votação realizada no domingo (20), vem como uma resposta às novas sanções que os Estados Unidos impuseram contra o país. O governo de Donald Trump intensificou o cerco financeiro à Venezuela por não reconhecer a legitimidade do governo de Maduro e da votação que...

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, informou nesta terça-feira (22) que mandou expulsar o representante diplomático norte-americano do país, Todd Robinson. Ele foi declarado como persona non grata por Maduro e tem um prazo de 48 horas para deixar a Venezuela.

A atitude, anunciada durante a cerimônia de posse de Maduro, que se reelegeu presidente após votação realizada no domingo (20), vem como uma resposta às novas sanções que os Estados Unidos impuseram contra o país. O governo de Donald Trump intensificou o cerco financeiro à Venezuela por não reconhecer a legitimidade do governo de Maduro e da votação que o reelegeu.

Em nota, o Ministério das Relações Exteriores da Venezuela classificou o governo de Donald Trump como um regime “supremacista, racista e intervencionista” e afirmou que as novas sanções representam “um crime contra a Humanidade”.

“Alertamos a comunidade internacional sobre a ameaça à paz mundial que representa o regime supremacista, racista e intervencionista que governa em Washington, inspirado nos postulados nefastos do Ku Klux Klan (…) A Venezuela mais uma vez condena a sistemática campanha de agressão e hostilidade pelo regime dos EUA para punir o povo venezuelano por exercer o seu direito de votar”, diz a nota.

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