Imprensa livre e independente
12 de janeiro de 2017, 09h03

Mãe mata filho homossexual com ajuda do padastro

A justificativa para o crime, segundo ela, é que o jovem usava drogas, “levava homens para casa” e ameaçava os familiares de morte.

A justificativa para o crime, segundo ela, é que o jovem usava drogas, “levava homens para casa” e ameaçava os familiares de morte. Por Redação* A gerente de supermercado Tatiana Lozano Pereira confessou, na tarde desta terça-feira (10) ter esfaqueado Itaberlly Lozano, 19 anos, no dia 29 de dezembro, com a ajuda do marido, padrasto do rapaz, que incendiou o corpo em um canavial. O crime aconteceu em Cravinhos, região metropolitana de Ribeirão Preto. A justificativa para o crime, segundo ela, é que o jovem usava drogas, “levava homens para casa” e ameaçava os familiares de morte. No sábado (7),...

A justificativa para o crime, segundo ela, é que o jovem usava drogas, “levava homens para casa” e ameaçava os familiares de morte.

Por Redação*

A gerente de supermercado Tatiana Lozano Pereira confessou, na tarde desta terça-feira (10) ter esfaqueado Itaberlly Lozano, 19 anos, no dia 29 de dezembro, com a ajuda do marido, padrasto do rapaz, que incendiou o corpo em um canavial.

O crime aconteceu em Cravinhos, região metropolitana de Ribeirão Preto. A justificativa para o crime, segundo ela, é que o jovem usava drogas, “levava homens para casa” e ameaçava os familiares de morte.

No sábado (7), foi encontrado um cadáver carbonizado que poderia ser do rapaz. O boletim de ocorrência do desaparecimento só teria sido registrado pela família na segunda (9).

Tatiana e Itaberlly trabalhavam juntos em um supermercado.

A mãe e o padrasto do jovem tiveram a prisão temporária decretada por homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver.

Crime foi cometido em casa

Na confissão feita à polícia, Tatiana Lozano Pereira disse que, dois dias antes do crime, Itaberlly teria brigado com ela e saído de casa para ir morar com a avó paterna.

Veja também:  Plano de Weintraub é crime de lesa pátria ao vender patrimônio das universidades federais, diz Daniel Cara

Um dia depois, ele teria voltado para casa e, novamente após uma briga, teria ocorrido o crime, já na madrugada do dia 29 de dezembro.

Logo depois, ela teria acordado o o marido, Alex Canteli Pereira, e contado sobre a morte.
Nessa ocasião, teriam tomado a decisão de embrulhar o corpo em um edredon e levá-lo para o canavial.

No depoimento à polícia, Alex afirmou que não teria ouvido a briga. No entanto, os policiais suspeitam dessa versão, sobretudo porque a casa onde a família morava – e onde foi cometido o assassinato – era muito pequena.

*Com informações de A Cidade

Foto: Reprodução Facebook

 

Você pode fazer o jornalismo da Fórum ser cada vez melhor

A Fórum nunca foi tão lida como atualmente. Ao mesmo tempo nunca publicou tanto conteúdo original e trabalhou com tantos colaboradores e colunistas. Ou seja, nossos recordes mensais de audiência são frutos de um enorme esforço para fazer um jornalismo posicionado a favor dos direitos, da democracia e dos movimentos sociais, mas que não seja panfletário e de baixa qualidade. Prezamos nossa credibilidade. Mesmo com todo esse sucesso não estamos satisfeitos.

Queremos melhorar nossa qualidade editorial e alcançar cada vez mais gente. Para isso precisamos de um número maior de sócios, que é a forma que encontramos para bancar parte do nosso projeto. Sócios já recebem uma newsletter exclusiva todas as manhãs e em julho terão uma área exclusiva.

Fique sócio e faça parte desta caminhada para que ela se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Apoie a Fórum