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08 de setembro de 2018, 11h56

Magno Malta defende uso na campanha de imagem de Bolsonaro sendo esfaqueado

"É a última imagem que nós temos de Bolsonaro. É a imagem que temos que usar. Uma imagem completamente avessa ao que ele sempre falou”, disse o senador

Magno Malta. Foto: Agência Senado
O senador Magno Malta (PR-ES) quer usar a imagem do candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) sendo esfaqueado durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG) na campanha eleitoral do presidenciável. Segundo o senador, em declaração feita na manhã deste sábado (8), ao visitar Bolsonaro, a imagem ajuda a derrubar a associação entre Bolsonaro e a violência. “É a última imagem que nós temos de Bolsonaro. É a imagem que temos que usar. Uma imagem completamente avessa ao que ele sempre falou. Se Bolsonaro pregasse violência mesmo os seguidores dele teriam matado o cara (Adelio Bispo de Oliveira) ali. A imagem que vai ficar é essa”, disse Malta. O senador...

O senador Magno Malta (PR-ES) quer usar a imagem do candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) sendo esfaqueado durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG) na campanha eleitoral do presidenciável.

Segundo o senador, em declaração feita na manhã deste sábado (8), ao visitar Bolsonaro, a imagem ajuda a derrubar a associação entre Bolsonaro e a violência.

“É a última imagem que nós temos de Bolsonaro. É a imagem que temos que usar. Uma imagem completamente avessa ao que ele sempre falou. Se Bolsonaro pregasse violência mesmo os seguidores dele teriam matado o cara (Adelio Bispo de Oliveira) ali. A imagem que vai ficar é essa”, disse Malta.

O senador confirmou que Bolsonaro está fora da campanha eleitoral nas ruas e disse que este papel, a partir de agora, cabe aos aliados e apoiadores do presidenciável. “O Brasil sabe o que o Bolsonaro pensa, fala e é. Ele não vai ter condição realmente de fazer isso. Mais cinco minutos e ele estaria morto. A recuperação dele não vai ser em 30, 20 dias. Quando os médicos falam em oito, 10 dias, é para a estabilização dele. Agora, ir para debate, entrevista… Daqui para a frente é com a gente, nós que somos Bolsonaro. Se depender dele, não tem condições (de saúde para fazer a campanha)”, disse o senador.

Veja também:  Em 2005, o então deputado Bolsonaro trabalhou em defesa do nepotismo

Com informações do Estadão

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