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07 de dezembro de 2011, 20h42

Outras histórias do Festival de Cultura Digital

Terminou no último domingo, a terceira edição do Festival de Cultura Digital.Br. Foram três dias de muitas trocas. É incrível como tem muita gente pensando novos conceitos de tecnologias sociais, colaboração, horizontalidade e construindo algo diferente da lógica de mercado e do lucro. Houve desde oficinas sobre como utilizar os softwares livres, como criar sites em wordpress, como montar uma rádio livre sem usar softwares proprietários, sobre os novos movimentos políticos que questionam a democracia representativa. No festival, também se discutiu como os governos podem promover a participação, disponibilizando os dados em códigos abertos para a população.      ...

Terminou no último domingo, a terceira edição do Festival de Cultura Digital.Br. Foram três dias de muitas trocas. É incrível como tem muita gente pensando novos conceitos de tecnologias sociais, colaboração, horizontalidade e construindo algo diferente da lógica de mercado e do lucro. Houve desde oficinas sobre como utilizar os softwares livres, como criar sites em wordpress, como montar uma rádio livre sem usar softwares proprietários, sobre os novos movimentos políticos que questionam a democracia representativa. No festival, também se discutiu como os governos podem promover a participação, disponibilizando os dados em códigos abertos para a população.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O formato do festival teve tudo a ver com tudo isso, houve algumas palestras, mas os principais debates eram “desconferências”, onde as pessoas sentavam e passavam o microfone, aberto para todos.

Yochai Benkler e Gilberto Gil, na abertura do Festival

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O festival terminou com a Orquestra Voadora tocando no gramado do Museu de Arte Moderna (MAM).

Veja também:  Ernesto Araújo nega nepotismo e diz que Eduardo Bolsonaro como embaixador "rompe ciclo vicioso"

Enquanto o Ônibus Hacker transmitia a final do Campeonato Brasileiro, atividade, que obviamente, teve muito público, o show do maestro pernambucano Spok, da Spok Frevo Orquestra, com o sertanejo Josildo Sá, sacudiu a galera, que dançou frevo até o fim, num clima woodstoquiano.

 

Show de encerramento: A revolução do frevo

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