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23 de junho de 2019, 23h11

Marcelo Freixo chama Dallagnol de capacho do ex-juiz Sérgio Moro

Deputado federal do PSOL menciona mensagens divulgadas pelo The Intercept que mostram que procurador atuou para blindar juiz da Lava Jato

Para Freixo, Moro agiu de modo ilegal mandando em MPF e PF (Wilson Dias/Agência Brasil)
O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ) chamou neste domingo (23) o procurador federal Deltan Dallagnol de “capacho de Sérgio Moro”. A crítica foi feita por meio de seu Twitter depois das novas denúncias feitas pelo jornal The Intercept, agora em parceria com o jornal Folha de S.Paulo, dentro do escândalo Vaza Jato. As mensagens trocadas entre o procurador, chefe da força-tarefa da Lava Jato, e o então juiz da operação mostram que PF (Polícia Federal) e MPF (Ministério Público Federal) atuaram como tropa de choque a serviço de Moro, o blindando contra críticas do ministro do STF Teori Zavascki. Para Freixo,...

O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ) chamou neste domingo (23) o procurador federal Deltan Dallagnol de “capacho de Sérgio Moro”. A crítica foi feita por meio de seu Twitter depois das novas denúncias feitas pelo jornal The Intercept, agora em parceria com o jornal Folha de S.Paulo, dentro do escândalo Vaza Jato.

As mensagens trocadas entre o procurador, chefe da força-tarefa da Lava Jato, e o então juiz da operação mostram que PF (Polícia Federal) e MPF (Ministério Público Federal) atuaram como tropa de choque a serviço de Moro, o blindando contra críticas do ministro do STF Teori Zavascki.

Para Freixo, o agora ministro da Justiça não apenas atuava em parceria com o MPF, contrariando o princípio de imparcialidade do judiciário. Moro “conmanda as investigações ilegalmente”, na opinião do deputado federal.

O ministro da Justiça, que está nos EUA e deve voltar somente no dia 27 de junho, comentou nas redes sociais sobre os novos vazamentos. Com uma postagem parcialmente em latim mencionando o poeta romano Horácio, o juiz tentou ironizar o estardalhaço feito em cima de algo pequeno. No entanto o uso da língua gerou uma enxurrada de críticas e invertidas nas redes sociais.

Veja também:  Filho de reitor da UFSC que se suicidou também é denunciado sem provas pelo MPF

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