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18 de agosto de 2018, 12h07

Meirelles entra com ação contra coligação de Alckmin. Tucano diz que é “tapetão puro”

O argumento de Meirelles é que as legendas não colocaram na ata de suas convenções a formalização do apoio ao candidato do PSDB ao Planalto

Alckmin e Meirelles. Foto: Reprodução
O candidato à presidência Henrique Meirelles (MDB) contestou a aliança do propalado ‘centrão’ em torno da candidatura de Geraldo Alckmin no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O tucano, por sua vez, classificou a inciativa de “tapetão puro”. “Não há nenhuma divergência na coligação. É tapetão puro. Estive em todas as convenções”, disse o tucano após participar de um evento em São Paulo com sua vice, Ana Amélia (PP), na manhã deste sábado. A campanha do presidenciável Henrique Meirelles ingressou no TSE com pedido para tirar de Alckmin o apoio de alguns partidos da coligação do tucano. O argumento é que as legendas não colocaram na ata de suas convenções...

O candidato à presidência Henrique Meirelles (MDB) contestou a aliança do propalado ‘centrão’ em torno da candidatura de Geraldo Alckmin no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O tucano, por sua vez, classificou a inciativa de “tapetão puro”. “Não há nenhuma divergência na coligação. É tapetão puro. Estive em todas as convenções”, disse o tucano após participar de um evento em São Paulo com sua vice, Ana Amélia (PP), na manhã deste sábado.

A campanha do presidenciável Henrique Meirelles ingressou no TSE com pedido para tirar de Alckmin o apoio de alguns partidos da coligação do tucano. O argumento é que as legendas não colocaram na ata de suas convenções a formalização do apoio ao candidato do PSDB ao Planalto.

“O MDB questionou a aliança porque alguns dos partidos não obedeceram a todas as formalidades que a lei demanda. Nós, no Brasil, precisamos insistir que a lei tem que ser respeitada, não se pode simplesmente dar o jeitinho em tudo porque é isso que levou o Brasil à situação de crise”, disse Meirelles após o debate da RedeTV!, na noite desta sexta-feira, 17.

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Alckmin se defendeu dizendo que a aliança foi feita para aprovar reformas através da formação de uma maioria no Congresso. “Está todo mundo aí preocupado com a minha aliança, que é uma aliança muito forte. Para quê? Para mudar o Brasil. Nós não vamos mudar sem reforma e, para isso, a gente precisa ser maioria no Congresso Nacional.”

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