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11 de outubro de 2018, 15h39

Menos de 24 horas após ser preso, Justiça manda soltar o tucano Marconi Perillo

Ex-governador e ex-senador por Goiás, Perillo foi denunciado na Operação Cash Delivery por suspeita de envolvimento no pagamento de propina a servidores públicos do estado, lavagem de dinheiro e associação criminosa

Foto: Reprodução/YouTube Olindo Menezes, desembargador da 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, concedeu habeas corpus, deliberando a soltura do ex-governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), de acordo com informações de Jonas Valente, da Agência Brasil. Ele foi preso na tarde desta quarta-feira (10), no momento em que depunha na Superintendência da Polícia Federal, em Goiás. Ex-governador e ex-senador, Perillo foi denunciado na Operação Cash Delivery por suspeita de envolvimento no pagamento de propina a servidores públicos do estado, lavagem de dinheiro e associação criminosa. De acordo com delações de executivos da construtora Odebrecht, o político recebeu cerca de R$...

Foto: Reprodução/YouTube

Olindo Menezes, desembargador da 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, concedeu habeas corpus, deliberando a soltura do ex-governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), de acordo com informações de Jonas Valente, da Agência Brasil. Ele foi preso na tarde desta quarta-feira (10), no momento em que depunha na Superintendência da Polícia Federal, em Goiás.

Ex-governador e ex-senador, Perillo foi denunciado na Operação Cash Delivery por suspeita de envolvimento no pagamento de propina a servidores públicos do estado, lavagem de dinheiro e associação criminosa. De acordo com delações de executivos da construtora Odebrecht, o político recebeu cerca de R$ 12 milhões em recursos ilegais entre 2010 e 2014 para favorecer a empresa em contratos.

Em nota, o advogado do ex-governador, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, disse que, desde o começo, considerou “ilegal, arbitrária e infundada” a decisão inicial. Para Kakay, a prisão, de certa forma, “afrontava outras decisões de liberdade que já foram concedidas nesta mesma operação”. Ele afirmou que “ninguém está acima da lei”, mas condenou “prejulgamentos” e o “uso desnecessário de medidas abusivas”.

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