Jornal Nacional: Azevedo foi demitido por não obedecer Bolsonaro em demitir comandante do Exército

O presidente se afastou de Edson Pujol, segundo telejornal, porque o comandante do Exército é contra a participação de militares da ativa em cargos do governo

Em sua edição desta segunda-feira (29), o Jornal Nacional deu amplo espaço à reforma ministerial implantada por Jair Bolsonaro.

O telejornal da Rede Globo afirmou que o agora ex-ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, foi demitido porque não aceitou obedecer a Jair Bolsonaro, que queria a demissão do comandante do Exército, Edson Pujol.

Bolsonaro se afastou de Pujol, ainda segundo o JN, porque o comandante do Exército é contra a participação de militares da ativa em cargos do governo.

Além disso, a reportagem do telejornal da Globo disse que as mudanças fizeram com o que o centrão ganhasse mais espaço ainda no governo.

Apresentou, ainda, a repercussão da saída de Azevedo do ministério. Mostrou postagens de políticos e do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe anta Cruz.

Todos se mostraram preocupados com os rumos da democracia no país. Santa Cruz foi enfático, dizendo que sua confiança nas Forças Armadas é inversamente proporcional a confiança em Bolsonaro.

Araújo sabia da queda

Em seguida, o JN se concentrou na queda de Ernesto, ex-ministro das Relações Exteriores. A reportagem disse que o antigo chanceler sabia, pela manhã, que seria exonerado e, por isso, se adiantou e pediu demissão.

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O JN mostrou, também, que Araújo estava muito pressionado por políticos e que não resistiu.

O telejornal apresentou, ainda, os currículos de todos os novos integrantes do governo

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Lucas Vasques

Jornalista e redator da Revista Fórum.