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12 de setembro de 2014, 12h02

Militantes do Talibã que atacaram estudante paquistanesa são presos

Mesmo ameaçada pelo grupo, Malala Yousafzai permanece firme na luta pelo direito das mulheres do Paquistão à educação

Mesmo ameaçada pelo grupo, Malala Yousafzai permanece firme na luta pelo direito das mulheres do Paquistão à educação Por Redação Nesta sexta-feira (12), o Exército do Paquistão afirmou que as autoridades do país prenderam militantes do Talibã responsáveis por atirar em Malala Yousafzai, há dois anos. A adolescente foi baleada por chamar a atenção para a necessidade de garantir às meninas o direito à educação, o que era negado pelo Taliban. Integrantes do grupo assumiram a tentativa de homicídio, mas nenhum deles havia sido capturado. Agora, o chefe de imprensa do Exército, Asim Bajwa, garantiu que foram identificados e presos 10 envolvidos...

Mesmo ameaçada pelo grupo, Malala Yousafzai permanece firme na luta pelo direito das mulheres do Paquistão à educação

Por Redação

Nesta sexta-feira (12), o Exército do Paquistão afirmou que as autoridades do país prenderam militantes do Talibã responsáveis por atirar em Malala Yousafzai, há dois anos. A adolescente foi baleada por chamar a atenção para a necessidade de garantir às meninas o direito à educação, o que era negado pelo Taliban.

Integrantes do grupo assumiram a tentativa de homicídio, mas nenhum deles havia sido capturado. Agora, o chefe de imprensa do Exército, Asim Bajwa, garantiu que foram identificados e presos 10 envolvidos no ataque.

À época, duas outras estudantes também ficaram feridas. Malala sobreviveu e foi levada de avião à Gra-Bretanha para tratamento e lá reside por causa das frequentes ameaçadas do Taliban a ela e sua família. A menina se tornou um símbolo da luta pelo acesso das mulheres paquistanesas à educação. Ela ganhou um prêmio de direitos humanos da União Europeia e foi indicada para o Prêmio Nobel da Paz no ano passado.

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Foto de capa: Wikipedia / Reprodução

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