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16 de abril de 2019, 06h54

Militares da reserva que pregam fechamento do STF são alvos de ação de busca e apreensão

Ordem partiu do ministro Alexandre de Moraes, encarregado de ação para investigar fake news contra membros da corte. Procuradores foram chamados a prestar esclarecimentos

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, e o ministro do STF Alexandre de Moraes (Arquivo/Agência Brasil)
O ministro Alexandre Moraes, cumprindo ordens do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, na ação de combate às fake news contra membros da corte, autorizou nesta segunda-feira (15) dez operações de busca e apreensão em seis estados do país. Entre os alvos estão militares da reserva que pregam o fechamento do STF. Procuradores também teriam sido chamados para prestar depoimento. Segundo coluna Painel, da jornalista Daniela Lima, na edição desta terça-feira (16) da Folha de S.Paulo, as ações marcam novo patamar na tensão entre procuradores e o STF. Investigadores que acusaram o STF de pactuar com a corrupção...

O ministro Alexandre Moraes, cumprindo ordens do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, na ação de combate às fake news contra membros da corte, autorizou nesta segunda-feira (15) dez operações de busca e apreensão em seis estados do país.

Entre os alvos estão militares da reserva que pregam o fechamento do STF. Procuradores também teriam sido chamados para prestar depoimento.

Segundo coluna Painel, da jornalista Daniela Lima, na edição desta terça-feira (16) da Folha de S.Paulo, as ações marcam novo patamar na tensão entre procuradores e o STF. Investigadores que acusaram o STF de pactuar com a corrupção serão ouvidos.

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