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14 de fevereiro de 2019, 06h30

Minigráfica de filiado do PSL no interior de Pernambuco recebeu R$ 1,23 milhão de verba pública do partido

Empresa canalizou recursos do partido de Jair Bolsonaro nas eleições 2018. Presidente da sigla, Luciano Bivar, aportou R$ 848 mil, e assessora do ex-presidente da legenda e coordenador da campanha de Bolsonaro, Gustavo Bebianno, declarou gasto de R$ 233 mi

Gustavo Bebianno, o dono da gráfica, Vidal, com Bolsonaro, e Luciano Bivar (Montagem/Reprodução)
Reportagem da edição desta quinta-feira (14) da Folha de S.Paulo revela que uma minigráfica, que funciona em uma pequena sala na cidade de Amaraji, interior de Pernambuco, recebeu R$ 1,23 milhão de fundos eleitorais de sete candidatos do PSL nas eleições 2018. O dono da Vidal Assessoria e Gráfica LTDA é Luis Alfredo Vidal Nunes da Silva, 28, que se apresenta como presidente do partido na cidade. Leia também: “É uma minoria do partido envolvida”, diz Bolsonaro sobre candidatas laranja do PSL Fundador e atual presidente do PSL, o deputado federal Luciano Bivar (PE) destinou R$ 848 mil à empresa para...

Reportagem da edição desta quinta-feira (14) da Folha de S.Paulo revela que uma minigráfica, que funciona em uma pequena sala na cidade de Amaraji, interior de Pernambuco, recebeu R$ 1,23 milhão de fundos eleitorais de sete candidatos do PSL nas eleições 2018. O dono da Vidal Assessoria e Gráfica LTDA é Luis Alfredo Vidal Nunes da Silva, 28, que se apresenta como presidente do partido na cidade.

Leia também: “É uma minoria do partido envolvida”, diz Bolsonaro sobre candidatas laranja do PSL

Fundador e atual presidente do PSL, o deputado federal Luciano Bivar (PE) destinou R$ 848 mil à empresa para a impressão —de acordo com as notas fiscais— de mais de 5 milhões de santinhos e adesivos, entre outros materiais.

Érika Siqueira, ex-assessora do secretário-geral da presidência, Gustavo Bebianno, declarou ter gasto R$ 233 mil na Vidal, de um total de R$ 250 mil repassados. Com apenas 1.315 votos, Érika é suspeita de ter sido usada como candidata laranja, apenas para que o partido pudesse receber verbas do fundo.

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Bebianno foi coordenador da campanha de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência e à época era presidente – e principal responsável pelos gastos – do PSL.

Atirado aos leões pelo filho de Jair, Carlos Bolsonaro, Bebianno está sendo pressionado a pedir demissão do cargo, mas nega sua saída.

Leia a reportagem na íntegra.

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