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23 de junho de 2017, 16h00

Ministro que votou a favor de Temer no TSE é acusado de agredir esposa

Boletim de ocorrência foi registrado por Elida Souza Matos, esposa do ministro Admar Gonzaga, na madrugada desta sexta-feira. A acusação é de agressão, que causou ferimento no olho depois de uma discussão   Por Redação*         Foto: reprodução site Metrópoles   Segundo o porta Metrópoles, Elida Souza, esposa do ministro Admar Gonzaga do Tribunal Superior Eleitoral, TSE, registrou na madrugada desta sexta-feira boletim de ocorrência acusando o ministro de tê-la agredido depois de uma discussão doméstica. Por conta da agressão, teria sofrido ferimento no olho. O ministro foi autor de um dos votos que evitou a cassação do presidente Temer no...

Boletim de ocorrência foi registrado por Elida Souza Matos, esposa do ministro Admar Gonzaga, na madrugada desta sexta-feira. A acusação é de agressão, que causou ferimento no olho depois de uma discussão

 

Por Redação*         Foto: reprodução site Metrópoles

 

Segundo o porta Metrópoles, Elida Souza, esposa do ministro Admar Gonzaga do Tribunal Superior Eleitoral, TSE, registrou na madrugada desta sexta-feira boletim de ocorrência acusando o ministro de tê-la agredido depois de uma discussão doméstica. Por conta da agressão, teria sofrido ferimento no olho. O ministro foi autor de um dos votos que evitou a cassação do presidente Temer no TSE.

A polícia começou as investigações de violência doméstica, injúria e lesão corporal. Segundo os relatos do portal, Elida disse que foi xingada por Admar, com quem convive há mais de dez anos. Segundo ela, o marido chegou a dizer que “você não serve nem pra pano de chão”. A mulher acusou o magistrado de ter jogado enxaguante bucal nela. A Polícia Militar foi acionada e a levou à delegacia. Após registrar o BO, a mulher teria requerido medidas protetivas.

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Testemunha também declarou ao Metrópole que ouviu gritos do ministro chamando a mulher de “vagabunda” e dizendo “quero que você saia de casa para eu te ver na sarjeta”. Afirmou, ainda, que o Admar seria uma “pessoa controladora” e usaria “seu status de ministro para subjugar a vítima, que é dona de casa”.

Defesa fala em desentendimento — O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, Kakay, contratado por Admar, afirmou em nota que o casal “lamenta profundamente” a situação e que “o incidente não passou de um desentendimento, com exasperação de ambos os lados”. O advogado destacou que o momento é de “intimidade” e “privacidade do casal” e está sendo tratado “estritamente no âmbito familiar”.

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