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01 de agosto de 2013, 19h56

Morador de rua queimado enquanto dormia tem estado de saúde estável

De acordo com depoimentos, Edivan foi atacado por três pessoas encapuzadas que jogaram gasolina em seu corpo

De acordo com depoimentos, Edivan foi atacado por três pessoas encapuzadas que jogaram gasolina em seu corpo Por Agência Brasil Os moradores de rua estavam deitados no chão da praça quando foram atacados | (Foto: Sebastian/Flickr) A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (DF) informou que é estável o estado de saúde do morador de rua Edivan da Lima Silva, 48 anos, atacado hoje (1) por volta das 5h38, no Guará, cidade do Distrito Federal, enquanto dormia em uma praça. O morador de rua, segundo o boletim médico, respira “com ajuda de máscara de oxigênio”. Ele está internado em estado...

De acordo com depoimentos, Edivan foi atacado por três pessoas encapuzadas que jogaram gasolina em seu corpo

Por Agência Brasil

Os moradores de rua estavam deitados no chão da praça quando foram atacados | (Foto: Sebastian/Flickr)

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (DF) informou que é estável o estado de saúde do morador de rua Edivan da Lima Silva, 48 anos, atacado hoje (1) por volta das 5h38, no Guará, cidade do Distrito Federal, enquanto dormia em uma praça. O morador de rua, segundo o boletim médico, respira “com ajuda de máscara de oxigênio”. Ele está internado em estado grave no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), com queimaduras em 63% do corpo.

De acordo com depoimentos, Edivan foi atacado por três pessoas encapuzadas que jogaram gasolina nele. Há 16 anos, um grupo de adolescentes ateou fogo no índio Galdino Jesus dos Santos, na Asa Sul de Brasília. Ele morreu após ser internado em hospital.

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Edivan foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e pela Polícia Militar (PM). A Polícia Civil informou que havia quatro moradores de rua dormindo no local no momento do crime. Ele teve queimaduras de terceiro grau em 27% do corpo, inclusive na região da cabeça. O caso é investigado pela 4ª Delegacia de Polícia do Guará.

O delegado Jeferson Lisboa Gimenes, responsável pelo caso, disse que as três pessoas encapuzadas jogaram material inflamável perto do local onde os moradores dormiam. A polícia trabalha com a suspeita de brigas entre moradores de rua, sendo que o alvo não seria Edivan, e sim outra pessoa que conseguiu fugir.

Dois moradores de rua que estavam no momento do crime contaram detalhes sobre o ataque. Luiz Antônio Silva, 42 anos, amigo de Edivan, disse que estavam deitados no chão da praça, quando foram observados por três homens que, em seguida, jogaram gasolina em cima deles.

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