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18 de janeiro de 2018, 19h02

Morre de febre amarela o compositor e jornalista Flávio Henrique

Ele era uma das pessoas mais queridas e conhecidas do universo da música em Minas Gerais. Jornalista, músico e produtor, ele trabalhou com dezenas de artistas jovens e consagrados, além de ter se destacado como integrante e produtor do quarteto vocal Cobra Coral

Ele era uma das pessoas mais queridas e conhecidas do universo da música em Minas Gerais. Jornalista, músico e produtor trabalhou com dezenas de artistas jovens e consagrados, além de ter se destacado como integrante e produtor do quarteto vocal Cobra Coral Da Redação O compositor Flávio Henrique, 49 anos, morreu em decorrência de complicações por febre amarela às 7h30 desta quinta-feira (18), de acordo com o Hospital Mater Dei, em Belo Horizonte, e a Secretaria de Estado de Cultura. Ele estava internado desde a quinta-feira (11), quando deu entrada com estado febril. Ajude a Fórum a fazer a cobertura do julgamento do...

Ele era uma das pessoas mais queridas e conhecidas do universo da música em Minas Gerais. Jornalista, músico e produtor trabalhou com dezenas de artistas jovens e consagrados, além de ter se destacado como integrante e produtor do quarteto vocal Cobra Coral

Da Redação

O compositor Flávio Henrique, 49 anos, morreu em decorrência de complicações por febre amarela às 7h30 desta quinta-feira (18), de acordo com o Hospital Mater Dei, em Belo Horizonte, e a Secretaria de Estado de Cultura. Ele estava internado desde a quinta-feira (11), quando deu entrada com estado febril.

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Flávio era uma das pessoas mais queridas e conhecidas do universo da música em Minas Gerais. Jornalista, músico e produtor, era presidente da Empresa Mineira de Comunicação, órgão do governo responsável pela Rádio Inconfidência e pela Rede Minas. Deixa a mulher e uma filha. Desde 2015, estava à frente da Rádio Inconfidência, promovendo uma grande mudança estética na emissora, prezando pela democracia de estilos e abrindo espaço para parceiros dos mais diferentes perfis.

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Também músico e produtor, integrava o Quarteto Cobra Coral, tinha mais de 180 músicas gravadas e foi parceiro de nomes como Paulo César Pinheiro, Chico Amaral, Milton Nascimento e Toninho Horta. Em sua carreira, lançou oito CDs autorais e um DVD, e o último trabalho é o CD “Zelig”, de 2012.

Ele também foi um nome bastante importante no processo de retomada do Carnaval de BH, ao criar “A Coxinha da Madrasta”, primeira marchinha de teor político a “bombar” entre os belo-horizontinos e vencer o Concurso de Marchinhas Mestre Jonas.

Após a divulgação da morte de Flávio Henrique, na manhã desta quinta-feira (18), vários amigos passaram a manifestar a tristeza nas redes sociais. Até mesmo Dom Walmor, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e o governador Fernando Pimentel se manifestaram pelo Twitter. Confira algumas postagens:

*Com informações do Hoje em dia e do G1

Foto: Facebook

 

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