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28 de agosto de 2018, 11h42

Movimentos de moradia promovem ato contra ‘desmonte’ em SP

O movimento critica a composição orçamentária do estado para o setor de moradia. Para 2018, a proposta foi de R$ 1,728 bilhão, correspondente a apenas 0,8% do orçamento total, previsto em R$ 216,5 bilhões

Foto: UMM/Divulgação
Contra o desmonte da política de habitação, a União dos Movimentos de Moradia (UMM) de São Paulo realiza protesto em São Paulo nesta terça (28). Segundo o movimento, o estado comandado pelo PSDB há 24 anos possui um déficit  habitacional que atinge 1,6 milhão de famílias. O ato tem início previsto para as 16h, na Praça Rodrigues de Abreu, em frente à estação Paraíso do Metrô, na zona sul da capital. Em nota, o movimento critica a composição orçamentária do estado para o setor de habitação. Para 2018, a proposta foi de R$ 1,728 bilhão, correspondente a apenas 0,8% do orçamento total, previsto em R$...

Contra o desmonte da política de habitação, a União dos Movimentos de Moradia (UMM) de São Paulo realiza protesto em São Paulo nesta terça (28). Segundo o movimento, o estado comandado pelo PSDB há 24 anos possui um déficit  habitacional que atinge 1,6 milhão de famílias. O ato tem início previsto para as 16h, na Praça Rodrigues de Abreu, em frente à estação Paraíso do Metrô, na zona sul da capital.

Em nota, o movimento critica a composição orçamentária do estado para o setor de habitação. Para 2018, a proposta foi de R$ 1,728 bilhão, correspondente a apenas 0,8% do orçamento total, previsto em R$ 216,5 bilhões. “É um dever do Estado colocar a moradia popular no orçamento”, diz a UMM, que defende participação no Conselho Estadual das Cidades.

Entre outras reivindicações, está a retomada do Programa de Mutirão, com a  produção de unidades habitacionais em regime de autogestão. “Também pedimos a suspensão imediata das ações de reintegração de posse do Estado, com a criação de uma comissão mista composta por membros dos movimentos para a busca de soluções para os conflitos”, acrescenta a UMM.

Veja também:  El País é o primeiro veículo internacional a confirmar veracidade das mensagens divulgadas pelo Intercept

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