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10 de janeiro de 2020, 07h18

Feminicídio: Policial militar mata esposa e depois se suicida em Osasco

O soldado Daniel Piauí era novo na corporação e não tinha registro de problemas psicológicos

Suelma Sousa/Arquivo pessoal

O policial militar Daniel Piauí atirou duas vezes contra a esposa, Suelma Sousa, e se suicidou em seguida na manhã desta quinta-feira (9) em Osasco, na Grande São Paulo. O autor do crime era novo na corporação e não tinha registro de problemas psicológicos. O caso foi registrado como feminicídio no 10º Distrito Policial de Osasco.

Familiares e vizinhos do casal contam que Suelma e Daniel tiveram uma discussão durante a madrugada, depois que a vítima descobriu uma traição cometida pelo policial.

De acordo com boletins de ocorrência disponibilizados pela Secretaria Estadual da Segurança Pública (SSP), os casos de feminicídio bateram recorde em São Paulo em 2019, durante o primeiro ano de governo de João Doria (PSDB). Foram 154 ocorrências entre janeiro e novembro.

Estes casos representam aumento de 29% na comparação com os 119 assassinatos praticados em razão do fato de as vítimas serem mulheres contabilizados no mesmo período do ano anterior e já superam todos os 134 casos dessa natureza registrados no estado ao longo de todo o ano de 2018.


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