O que o brasileiro pensa?
04 de abril de 2020, 19h44

Justiça nega medida protetiva para vítimas que acusaram Prior, do BBB, de estupro

Ex-BBB foi acusado de estupro e tentativa de estupro por três mulheres

Foto: Reprodução/Instagram

A juíza Patrícia Álvares Cruz, Foro Criminal da Barra Funda, em São Paulo, negou na última quinta-feira (2), o pedido de medida protetiva que proibiria o ex-BBB Felipe Prior de manter contato com as três mulheres que o acusam de estupro e tentativa de estupro.

A medida não abriria processo de inquérito e teria a função de proteger as vítimas, que denunciaram os casos em matéria da revista Marie Claire, publicada nesta sexta-feira (3). O arquiteto Felipe Prior negou as acusações, em vídeo.

“Tínhamos bastante receio de represália e do risco que essas meninas correm com a repercussão dos fatos. Por isso, elas eram nossa principal prioridade de curto prazo”, informou a advogada Maira Pinheiro, que representa as vítimas, ao portal F5.

Maira comentou que, para atender ao pedido, a juíza não precisaria reconhecer a responsabilidade de abrir inquérito como sendo do judiciário, e que a medida não traria prejuízos para o acusado. “Como nós não concordamos com o entendimento expresso naquela decisão, vamos recorrer através de mandado de segurança, que deve ser distribuído nos próximos dias”, afirmou.

Segundo o Ministério Público, o caso está sob sigilo, mas já foi requisitada a instauração de um inquérito policial. Maira também afirmou que recebeu informações de que há outros relatos de vítimas de Felipe Prior, mas nenhum chegou a ela ou a outra advogada responsável pelo caso, Juliana de Almeida Valente.


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