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14 de novembro de 2015, 09h32

No Twitter, Malafaia politiza atentados em Paris e chama islâmicos de “assassinos”

Não demorou para que o pastor derramasse seu discurso de ódio após os ataques na França. No microblogue, ele afirmou que “a petralhada do governo” permite que os “assassinos do Islã” entrem no Brasil “sem nenhum controle” Por Redação Não demorou para que o pastor Silas Malafaia se pronunciasse após os atentados que mataram 128 pessoas na França na noite da última sexta-feira (13). Em seu Twitter, entre diversas mensagens com discurso de ódio, o evangélico afirmou que “a petralhada do governo” permite que os “assassinos do Islã” entrem no Brasil “sem nenhum controle”. Além disso, Malafaia comparou as religiões...

Não demorou para que o pastor derramasse seu discurso de ódio após os ataques na França. No microblogue, ele afirmou que “a petralhada do governo” permite que os “assassinos do Islã” entrem no Brasil “sem nenhum controle”

Por Redação

Não demorou para que o pastor Silas Malafaia se pronunciasse após os atentados que mataram 128 pessoas na França na noite da última sexta-feira (13). Em seu Twitter, entre diversas mensagens com discurso de ódio, o evangélico afirmou que “a petralhada do governo” permite que os “assassinos do Islã” entrem no Brasil “sem nenhum controle”.

Além disso, Malafaia comparou as religiões cristãs ao Islã. “Onde o islamismo é maioria, massacra as minorias, tira a liberdade das pessoas”, escreveu. “Onde as igrejas cristãs são maioria, com todos os defeitos, a coisa mais importante para o ser humano é garantida: LIBERDADE.” O pastor também insultou o que chama de “estúpidos, esquerdopatas, petralhas, ativistas gays, preconceituosos” por “ridicularizarem o pensamento cristão no Ocidente”.

 

(Foto: Lula Marques/Agência PT)

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