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08 de outubro de 2018, 19h13

“Nossa principal tarefa é derrotar o Bolsonaro”, diz deputada federal eleita Sâmia Bomfim

"O que cabe à gente é mostrar que ele não vai mudar tudo o que está aí. Ele vai seguir aprofundando tudo o que está aí", explica

Foto: Reprodução/Facebook
Em entrevista ao vivo para a Fórum, a deputada federal Sâmia Bomfim (Psol), eleita com 250 mil votos, disse que está muito emocionada com a vitória nas urnas, mas que esse momento de segundo turno será muito difícil de enfrentar por conta do combate que terá que ser feito a partir do campo progressista contra o fascismo. “Nossa principal tarefa, agora, é derrotar o [Jair] Bolsonaro. Pode nos custar muito caro uma possível vitória dele”, afirmou a deputada eleita. Segundo ela, é necessário que o campo progressista esteja atento para que não permita que venham mais retrocessos para os brasileiros....

Em entrevista ao vivo para a Fórum, a deputada federal Sâmia Bomfim (Psol), eleita com 250 mil votos, disse que está muito emocionada com a vitória nas urnas, mas que esse momento de segundo turno será muito difícil de enfrentar por conta do combate que terá que ser feito a partir do campo progressista contra o fascismo. “Nossa principal tarefa, agora, é derrotar o [Jair] Bolsonaro. Pode nos custar muito caro uma possível vitória dele”, afirmou a deputada eleita.

Segundo ela, é necessário que o campo progressista esteja atento para que não permita que venham mais retrocessos para os brasileiros. “A gente precisa se jogar nessa campanha eleitoral”, disse ela, afirmando que será fundamental ter muita paciência para fazer um debate político nas ruas e convencer as pessoas de que o candidato do PSL não é uma boa alternativa para o país. “O que cabe à gente é mostrar que ele não vai mudar tudo o que está aí. Ele vai seguir aprofundando tudo o que está aí”, explicou.

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Sâmia afirmou que o Psol está articulando como será feito este enfrentamento nas ruas e que as mulheres se mostraram uma grande força contra a ofensiva de Bolsonaro com o movimento #EleNão. De acordo com a deputada eleita, “não baixar a cabeça” se trata de uma postura política muito forte e isso é fortalecido pelo feminismo.

Assista à entrevista da qual a deputada participou ao lado de Isa Penna (Psol), deputada estadual eleita por São Paulo:

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