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15 de setembro de 2019, 14h49

Após ataque de bolsonaristas, Datena tenta se retratar e diz que gosta de Bolsonaro

Apresentador recebeu diversos ataques após parecer lamentar que o hospital Vila Nova Star, onde Bolsonaro está internado em São Paulo, não pegou fogo

O apresentador José Luiz Datena tentou se retratar no seu programa “Brasil Urgente”, da TV Bandeirantes, no último sábado (14). Datena disse várias vezes que gosta do presidente Jair Bolsonaro após ataques de bolsonaristas que inundaram as redes sociais na última sexta-feira (13).

O que originou os ataques foi uma fala do apresentador, a qual soou como se ele lamentasse que o hospital Vila Nova Star, onde Bolsonaro está internado em São Paulo, não pegou fogo.

“O hospital que o Bolsonaro está é da rRde D’Or também, né? Pois é, não pegou fogo”, disse ele enquanto comentava o incêndio no Hospital Badim, no Rio de Janeiro, que deixou 11 pessoas mortas. O comentário gerou uma onda de críticas e ataques virtuais de bolsonaristas contra o apresentador nas redes sociais.

Durante o programa de sábado, Datena aproveitou a reportagem sobre a atualização do estado de saúde de Jair Bolsonaro para tentar se retratar e dizer que gosta do presidente. Em seu Twitter, Datena publicou o vídeo dessa fala em três partes.

O apresentador disse que, nas redes sociais, existem “muita gente boa, muita gente com opinião melhor”, mas que também “tem gente má, gente ruim, gente canalha”. “Eu quero deixar uma coisa bem clara aqui pra vocês: Eu gosto do presidente Jair Bolsonaro. Eu gosto do Bolsonaro”, rebateu ele.

“Simples assim!”, continuou Datena. “Eu gosto do Bolsonaro!” O apresentador também disse que existe muita gente que torce para que “ele morra, assim como tem gente que torce para que o Jair morra também”.

Ele então passou a atribuir a reação dos bolsonaristas como algo gerado por uma fake news: “Algum crápula, vagabundo, sem vergonha disse que eu tava desejando a morte do presidente da República. Isso é uma palhaçada, uma mentira, uma canalhice.”

“Eu desejo morte de muitas poucas pessoas”, finalizou Datena, que costuma utilizar o chavão “Bandido bom é bandido morto”, para justificar que ele “nunca iria desejar a morte do presidente”.

Confira os vídeos:


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