O que o brasileiro pensa?
30 de julho de 2019, 20h07

Arquiteto instala gangorras para crianças na fronteira entre México e EUA

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram crianças estadunidenses e mexicanas, entre outras nacionalidades, brincando nos dois lados da fronteira em gangorras instaladas na grade que divide os dois países; ação de arquitetos é um protesto contra a política migratória de Trump. Assista

Reprodução/Twitter

O arquiteto estadunidense Ronald Rael, junto com um grupo de amigos, instalou gangorras na grade que marca a fronteira entre os Estados Unidos e o México nas cidades de El Paso (EUA) e Ciudad Juaréz (México). A ação, segundo Rael, é, na verdade, um protesto contra a política migratória que vem sendo promovida pelo governo de Donald Trump.

“[Foi] um evento cheio de alegria, animação e união na fronteira. O muro virou literalmente o ponto de sustentação para as relações dos EUA com o México e crianças e adultos foram conectados de forma significante em ambos os lados com o reconhecimento de que as ações que acontecem em um lugar devem ter consequências diretas do outro. Incríveis ‘obrigados’ a todos que fizeram esse evento possível”, escreveu Rael, neste domingo (29), em uma postagem no Instagram.

As imagens das crianças brincando nos dois lados da fronteira viralizou nas redes.

Muro aprovado

Na semana passada, a Suprema Corte dos EUA derrubou uma decisão da justiça do estado da Califórnia, que impedia Donaldo Trump de utilizar recursos do estado para a construção de um muro na fronteira entre o país e o México.

O presidente dos Estados Unidos usou as redes sociais para comemorar a decisão dos magistrados. “Uau! Grande vitória no muro. A Suprema Corte derruba a liminar de uma corte inferior, permite que o muro da fronteira sul prossiga. Grande vitória para a segurança das fronteiras e o Estado de Direito!”, afirmou Trump no Twitter.

A construção do muro é amplamente condenada internacionalmente por entidades ligadas aos direitos humanos. Atualmente, a Suprema Corte dos EUA é composta, em sua maioria, por juízes com viés conservador.

 


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