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28 de novembro de 2016, 11h08

Assista na íntegra à entrevista de Marcelo Calero ao Fantástico

ex-ministro da Cultura disse ter sido pressionado por Geddel e Temer em caso de recusa do parecer do IPHAN.

Em conversa exclusiva com a jornalista Renata Lo Prete, o ex-ministro da Cultura disse ter sido pressionado por Temer, Geddel e Eliseu Padilha,  para liberar a construção de prédio embargado pelo Iphan, em Salvador. Segundo Calero, ministros e presidente queriam que ele criasse uma “chicana jurídica” para enviar o caso para a AGU

Da Redação

 

Em entrevista para a jornalista Renata Lo Prete, da Globonews, exibida no Fantástico, o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero falou sobre as gravações e sobre sua denúncia de que foi pressionado a liberar empreendimento embargado em área histórica de Salvador. Na entrevista, que foi ao ar neste domingo (27), Calero afirma que Temer disse que ele estava lhe causando “dificuldades operacionais” e que “Geddel teria ficado muito irritado”.

Ele afirmou ainda que não gravou nada no gabinete do presidente e que isso seria um “absurdo”, uma boataria” para desviar o foco das atenções. As denúncias foram o motivo do pedido de demissão de Calero e levaram à saída de Geddel na última sexta-feira (25). Geddel teria um apartamento no edifício, pivô da crise, avaliado em R$ 2,6 milhões, porém a obra está parada, pois o parecer do Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan), alega que o projeto precisa de readequações. Como está em uma área histórica e tombada, o prédio não pode ter os 30 andares previstos, mas só 13 para preservar a área da Ladeira da Barra.

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Confira entrevista na integra


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