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09 de fevereiro de 2016, 12h47

Bloco de carnaval ‘Oprime mais que tá pouco’ homenageia Bolsonaro

O Carnaval é normalmente uma data em que se celebra a liberdade e a diversidade, certo? Não exatamente. O símbolo escolhido pelo bloco de Olinda (PE) não poderia ser outro: o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), conhecido por suas posições ultraconservadoras.

O Carnaval é normalmente uma data em que se celebra a liberdade e a diversidade, certo? Não exatamente. O símbolo escolhido pelo bloco ‘Oprime mais que tá pouco’, de Olinda (PE), não poderia ser outro: o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), conhecido por suas opiniões ultraconservadoras

Por Redação

O Carnaval é normalmente uma data em que se celebra a liberdade e a diversidade entre as pessoas, certo? Não exatamente. Acredite se quiser, mas, em Olinda (PE), um grupo se reuniu para criar o bloco “Oprime mais que tá pouco”. O símbolo escolhido não poderia ser outro: o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), conhecido por suas posições ultraconservadoras e por ter se tornado um dos principais inimigos do movimento LGBT no Brasil.

Os integrantes chegaram a fazer uma ‘vaquinha’ para reunir R$ 5 mil para a confecção de um boneco gigante com a fisionomia do parlamentar. Três grupos de direita de Pernambuco, Paraíba e Ceará foram responsáveis pela ação, que dividiu opiniões.

As polêmicas em torno de Bolsonaro incluem declarações como “O erro da ditadura foi torturar e não matar” e “Seria incapaz de amar um filho homossexual”, ditas publicamente. No fim de 2014, ele chegou a afirmar no Plenário da Câmara Federal que não estupraria a também deputada Maria do Rosário (PT-RS) porque “ela não merece”.

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Foto de capa: Sávio Gabriel/ DP


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