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02 de janeiro de 2020, 11h55

Bolsonaro alega ter que “cumprir a lei” e vai sancionar aumento do fundo partidário

Como justificativa, presidente voltou a afirmar que um veto à medida poderia levá-lo ao impeachment

Jair Bolsonaro - Foto: Reprodução/Twitter

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira (2), em conversa com jornalistas no Palácio da Alvorada, que vai sancionar o aumento do fundo eleitoral para R$ 2 bilhões em 2020. Como justificativa, o ex-capitão afirma que um veto à medida poderia configurar em “crime de responsabilidade” e levá-lo a um possível impeachment. Esta é a segunda vez que o presidente cita tal possibilidade neste contexto.

“O fundo eleitoral é uma lei, o que o TSE fez, oficiou a Receita o valor do montante de R$ 2 bilhões de reais. Então o veto ou sanção é uma obediência à lei”, disse. “Se você for ler o artigo 85 da Constituição, se eu não respeitar a lei, eu estou incurso em crime de responsabilidade”.
“É o seguinte, tem que preparar a opinião pública, caso contrário vocês [a imprensa] me massacram, vocês arrebentam comigo”, finalizou.
Em outras ocasiões, Bolsonaro havia sustentado o desejo de vetar o projeto. Em uma live no último mês, o presidente disse estar “escravo da lei” e reclamou das críticas que vem sofrendo e pressão para vetar o projeto.

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