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24 de junho de 2020, 20h06

Bolsonaro quer três parcelas com redução escalonada para auxílio emergencial

Com risco de uma derrota, presidente estudar recuar de seu plano original, de apenas dois pagamentos de R$ 200, e apresentará proposta aos líderes do legislativo

Foto: Leonardo Sá/Agência Senado

O presidente Jair Bolsonaro orientou o Ministério da Economia a trabalhar uma redução escalonada do auxílio emergencial criado para a pandemia de coronavírus em três parcelas: R$ 500, R$ 400 e R$ 300.

O custo para o governo seria o mesmo caso a proposta inicialmente apresentada pelo Congresso, de renovar por duas parcelas de R$ 600, seja aprovada. Bolsonaro deve discutir a ideia com os presidentes da Câmara e do Senado, segundo informações levantadas pelo jornal Valor Econômico.

Bolsonaro está pressionado politicamente e pode ter uma derrota no Congresso, caso insista na sua proposta original, de apenas duas parcelas de R$ 300. O auxílio é hoje o que mantém alguma popularidade do presidente.

Embora o custo para o governo seja alto, entorno de R$ 100 bilhões, Bolsonaro teria a vantagem de manter o benefício que lhe dá popularidade por mais um mês e suavizaria a queda de valores.


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