Com 756 novos óbitos, Brasil chega a 167.455 mortes por Covid

Marca é atingida no dia em que Bolsonaro insinua que quem faz isolamento para evitar contágio é “frouxo”

O Brasil ultrapassou nesta quarta-feira (18) a marca de 167 mil vidas perdidas para a Covid-19. Com 756 novos óbitos, o país soma 167.455 mortes devido ao novo coronavírus.

A marca é superada no mesmo dia em que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) insinuou que quem fez isolamento social para evitar a transmissão do Sars-Cov-2 seria “frouxo”.

“Graças a vocês que não pararam, nós da cidade continuamos sobrevivendo. Se o ‘fique em casa, a economia vem depois’ fosse aplicado no campo, teríamos desabastecimento, fome, miséria e problemas sociais. Parabéns a vocês que não se mostraram frouxos na hora da angústia, como diz a passagem bíblica”, declarou ele em entrega de títulos de propriedade rural na cidade de Flores de Goiás.

Também nesta quarta-feira, o Ministério da Saúde se envolveu em uma polêmica devido à doença. O perfil da pasta no Twitter defendeu, corretamente, que seja praticado o isolamento social para diminuir o contágio pela doença. A mensagem, contudo, foi apagada depois, provocando uma chuva de críticas na rede social.

O texto foi publicado em resposta a uma usuária que indicava a azitromicina como remédio para tratar a Covid. Ele dizia: “Olá! É importante lembrar que, até o momento, não existem vacina, alimento específico, substância ou remédio que previnam ou possam acabar com a Covid-19. A nossa maior ação contra o vírus é o isolamento social e a adesão a medidas de proteção individual”.

O boletim do ministério desta quarta-feira indica que o país teve mais 34.091 casos confirmados da doença. Com esses, o total de diagnósticos positivos chegou a 5.945.849 desde o início da pandemia.

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Fabíola Salani

Graduada em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo. Trabalhou por mais de 20 anos na Folha de S. Paulo e no Metro Jornal, cobrindo cidades, economia, mobilidade, meio ambiente e política.

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Renato Rovai
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