Com avanço da Covid-19, BH proíbe consumo de álcool em bares e restaurantes

Governo do Paraná também proibiu o consumo de bebidas alcóolicas e eventos com mais de 10 pessoas

A prefeitura de Belo Horizonte publicou nesta sexta-feira (4), em Dário Oficial, medida que proíbe o consumo de álcool em bares e restaurantes. O consumo de alimentos e bebidas não alcoólicas está liberado. A medida entra em vigor na próxima segunda (7).

De acordo com o último o boletim epidemiológico, a capital mineira registrou 55.039 casos de Covid-19. O número de óbitos chegou a 1.675 e o índice de isolamento social permanece em 40%.

A gestão de Alexandre Kalil (PSD) também publicou as regras para os festejos natalinos: estão liberadas a iluminação e decoração de Natal, e também as caravanas, porém, sem aviso prévio para que não haja aglomeração.

Durante a eleição e, logo após ser reeleito, o prefeito de Belo Horizonte afirmou que, enquanto não houver vacina e a Covid-19 avançar, que vai tomar medidas drásticas pelo comum da população.

Em entrevista ao G1, Kalil disse que tem se inspirado no modelo europeu que pressupõe um diálogo direto entre Secretaria de Saúde e os comerciantes para combinar datas promocionais e horários de funcionamento.

O prefeito Alexandre Kalil foi reeleito no primeiro turno com 63,36% dos votos.

Governo do Paraná também proíbe consumo de álcool e eventos com mais de 10 pessoas

O governo do estado do Paraná publicou decreto, na quinta-feira (3), onde proíbe o consumo de álcool e eventos com mais de 10 pessoas.

Assim como em Belo Horizonte, o estado paranaense também enfrenta uma nova alta de casos de coronavírus. Anteriormente, o governo estadual já havia decretado toque de recolher.

Em coletiva com a imprensa, o governador Ratinho Junior (PSD) as novas medidas têm por objetivo conter a movimentação noturna e tem o público jovem como alvo principal.

A medida tem validade por 15 dias.

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Marcelo Hailer

Jornalista (USJ), mestre em Comunicação e Semiótica (PUC-SP) e doutor em Ciências Socais (PUC-SP). Professor convidado do Cogeae/PUC e pesquisador do Núcleo Inanna de Pesquisas sobre Sexualidades, Feminismos, Gêneros e Diferenças (NIP-PUC-SP). É autor do livro “A construção da heternormatividade em personagens gays na televenovela” (Novas Edições Acadêmicas) e um dos autores de “O rosa, o azul e as mil cores do arco-íris: Gêneros, corpos e sexualidades na formação docente” (AnnaBlume).

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Renato Rovai
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