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03 de janeiro de 2017, 08h40

Com Temer venda de carros despenca e Brasil volta ao passado

A venda de veículos no Brasil fez uma espécie de viagem de volta no tempo: em 2016, houve queda de 20,2% nas vendas em comparação com o ano anterior, um resultado que faz o País voltar aos números registrados entre 2006 e 2007.

A venda de veículos no Brasil fez uma espécie de viagem de volta no tempo: em 2016, houve queda de 20,2% nas vendas em comparação com o ano anterior, um resultado que faz o País voltar aos números registrados entre 2006 e 2007.

Da Folha de S.Paulo. 

A venda de veículos no Brasil fez uma espécie de viagem de volta no tempo: em 2016, houve queda de 20,2% nas vendas em comparação com o ano anterior, um resultado que faz o País voltar aos números registrados entre 2006 e 2007. As montadoras, antes grandes vetores de geração de empregos, têm passado por uma rotina de seguidas interrupções na produção com funcionários afastados em férias coletivas ou suspensão temporária de contratos. Mercado não vê 2017 com grandes esperanças de melhora.

Dezembro foi o único mês com um sopro de animação para o setor, sendo o único em que as vendas ultrapassaram a casa das 200 mil unidades. Trata-se, porém, de um período atípico, com promoções e 13º salário que movimentam as lojas.

“De acordo com dados levantados pela Folha, foram licenciados 2,05 milhões de veículos novos ao longo do ano passado. O cálculo inclui carros de passeio, comerciais leves, ônibus e caminhões.

Pelas expectativas da Anfavea (associação nacional das montadoras), as vendas devem crescer ao menos um dígito em 2017. As marcas de perfil conservador estimam algo entre 1% e 3%, mas a ala otimista da entidade espera algo próximo a 6% de alta.

Contudo, quem sofreu mais nos últimos meses não aguarda grandes novidades. É o caso da Chery, que espera que o mercado permaneça estagnado. A empresa chinesa começou a fabricar veículos em Jacareí (a 84 km de São Paulo) há dois anos, um investimento de R$ 1,2 bilhão.

Desde então, a montadora passou por seguidas interrupções na produção, com funcionários afastados em regime de “lay-off” (suspensão temporária de contratos de trabalho). As linhas de montagem, que estiveram paradas nos últimos seis meses, retornam nesta semana.”

 


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