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12 de Maio de 2016, 13h59

Contra o golpe, mulheres se acorrentam nas grades do Palácio do Planalto

Cerca de 20 mulheres declararam que, como forma de resistência, ficarão acorrentadas por tempo indeterminado e que não sairão voluntariamente. “Não aceitaremos o governo Temer. Ele não vai governar”

Por Maíra Streit, de Brasília

Em meio aos milhares de manifestantes que acompanharam a saída da presidenta Dilma Rousseff do Palácio do Planalto nesta quinta-feira (12), em Brasília, cerca de 20 mulheres se acorrentaram nas grades como forma de resistência ao processo de impeachment que afastou, provisoriamente, a presidenta eleita.

Foto: Maíra Streit

Foto: Maíra Streit

“Estamos aqui pelo restabelecimento da democracia. Não aceitaremos o governo Temer. Ele não vai governar. Somos 20 acorrentadas aqui, mas somos milhares no Brasil inteiro contra o retrocesso”, disse a bacharel em Relações Internacionais Juliana Souza, de 24 anos.

“É uma forma de protesto e rejeição ao governo Temer, que não foi eleito. Subiu ao poder por um golpe. O povo apoia por hipnose midiática – com a TV falando mal do PT 24 horas por dia – e não busca o contraponto. É uma mídia antidemocrática”, afirmou a enfermeira aposentada Edva Aguilar, de 59 anos, que veio de São Paulo para participar do ato.

As mulheres disseram ainda que ficarão acorrentadas por tempo indeterminado e que não sairão de lá voluntariamente.

 

 


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