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02 de janeiro de 2018, 21h23

Cuba comemora taxa de mortalidade infantil mais baixa de sua história

O índice de 2017 foi de 4 para cada 1 mil nascidos vivos; número menor do que os de países como Estados Unidos e o próprio Brasil

Os cubanos alcançaram a mais baixa taxa de mortalidade infantil da história em 2017. Segundo dados divulgados da Direção de Registros Médicos e Estatísticos de Saúde do país, o índice do último ano foi de 4 por cada 1 mil nascidos vivos. Nos últimos dez anos, o número tinha se mantido em 5.

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“Foram 114.980 nascimentos, 1.892 menos que em 2016 e 465 mortes de bebês menores de 1 ano – 32 menos que em 2016 – é o menor número de mortes registrado até hoje”, disse o órgão.

Em 1970, por exemplo, ocorreram 9.173 mortes, com uma taxa de mortalidade infantil de 38,7.

De acordo com o médico Roberto Álvarez Fumero, chefe do Departamento Infantil do Ministério de Saúde Pública (Minsap), “esse indicador representa, antes de tudo, o esforço, sacrifício, entrega e compromisso de milhares de profissionais que trabalham nos serviços de assistência materno-infantil do país”. “É a expressão da intersetorialidade em função do direito à vida.”

Entre os fatores apontados para a redução estão a melhoria no funcionamento das maternidades; desenvolvimento de uma Rede Comunitária de Genética e melhoria do programa de prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças genéticas e o desenvolvimento de programa de atenção integral para atender grávidas com diabetes.

Nos Estados Unidos, o índice geral de 2017 ficou em 5.9 mortes por 1 mil nascidos, segundo ranking da United Health Foundation. Vale destacar que entre os negros, o índice sobe para 10.8 por 1 mil nascimentos, enquanto brancos têm a taxa de 5.

No Brasil, segundo o IBGE, em 2015, a taxa de mortalidade infantil brasileira (até 1 ano de idade) era de 13,8 para cada 1 mil nascidos vivos.

(Foto: Ronald Suárez Rivas/Granma)


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