Depois de quase 70 anos, EUA executam mulher condenada à morte

A execução se deu no complexo penitenciário de Terre Haute, no estado da Indiana, na madrugada desta quarta-feira

A execução se deu no complexo penitenciário de Terre Haute, no estado da Indiana, na madrugada desta quarta-feira

Pela primeira vez em quase setenta anos, os EUA executaram, nesta quarta-feira (13), uma mulher condenada à morte.

Lisa Montgomery, de 52 anos, é a primeira mulher a ser submetida a pena de morte federal nos EUA, desde 1953.

A execução se deu no complexo penitenciário de Terre Haute, estado de Indiana. Lisa Montgomery foi declarada morta à 1h31 desta quarta (2h31, no horário e Brasília).

De acordo com informações da Associated Press, antes de ser executada, perguntaram a lisa Montgomery se ela gostaria de expressar as suas últimas palavras, ao que ela responde que “não”.

Lisa Montgomery foi condenada pelo assassinato de Bobbie jo Stinnett, que tinha 23 anos na época do crime, que aconteceu em Skidmore, no estado do Missouri, em 2004.

Montgomery cortou o ventre de Stinnet, que estava grávida, com uma faca de cozinha e removeu o bebê. Lisa tentou fugir com a criança recém nascida e afirmava que era sua filha.

A criança sobreviveu: hoje tem 16 anos e se chama Victoria jo. A mãe, por sua vez, faleceu em decorrência do parto forçado e feito em condições precárias.

À época a defesa de Lisa Montgomery alegou que ela sofria de problemas mentais, porém, a justiça não aceitou e afirmou que o crime foi premeditado, visto que lisa dirigiu 274 Km de sua cidade Melvern até Skidmore para realizar o crime.

Anterior à execução de Montgomery, Bonnie Brown foi condenada e executada em 18 de dezembro 1953 por sequestrar e matar uma criança de seis anos em Missouri.

Com informações do Sputnik.

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Marcelo Hailer

Jornalista (USJ), mestre em Comunicação e Semiótica (PUC-SP) e doutor em Ciências Socais (PUC-SP). Professor convidado do Cogeae/PUC e pesquisador do Núcleo Inanna de Pesquisas sobre Sexualidades, Feminismos, Gêneros e Diferenças (NIP-PUC-SP). É autor do livro “A construção da heternormatividade em personagens gays na televenovela” (Novas Edições Acadêmicas) e um dos autores de “O rosa, o azul e as mil cores do arco-íris: Gêneros, corpos e sexualidades na formação docente” (AnnaBlume).

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