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23 de novembro de 2019, 07h25

Deputados pretendem oficializar “rachadinha” para “engordar” fundo de campanha

A ideia de alguns líderes partidários é taxar em 3% os salários de todos os políticos do país e seus assessores

Foto: Wilson Dias/EBC/FotosPúblicas

Os deputados federais começam a se preocupar com as campanhas municipais de 2020 e com as próximas. Líderes partidários discutem a possibilidade de criar mecanismos para aumentar o fundo eleitoral. A ideia é taxar em 3% os salários de todos os políticos do país e seus assessores.

A iniciativa pretende reunir cerca de R$ 4 bilhões a cada dois anos. A ideia é que entre em vigor nas eleições gerais de 2022, de acordo com informações de Ranier Bragon, da Folha de S.Paulo.

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A medida nada mais é do que a oficialização da “rachadinha”, prática que ganhou fama com as investigações sobre deputados e assessores parlamentares do Rio de Janeiro, entre eles Fabrício Queiroz, amigo e ex-assessor de Flávio Bolsonaro, à época em que era deputado estadual no Rio de Janeiro.

A “rachadinha” é uma prática pela qual parlamentares se apropriam de parte dos salários de funcionários que nomeiam para seus gabinetes.

MPF

O projeto que pretende oficializar a “rachadinha” é tema de discussões preliminares no Ministério Público Federal (MPF).

Luis Tibé (Avante-MG), líder da bancada e presidente do partido é o responsável por levar a proposta aos outros líderes da Câmara.


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