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30 de abril de 2014, 10h48

Dilma e o “Volta Lula”: “Eu sei da lealdade dele”

Durante jantar realizado com jornalistas esportivos, a presidenta falou sobre a Copa de 2014, mas também sobre a pressão relacionada ao movimento "Volta, Lula"; "Ninguém vai conseguir me separar do Lula ou ele de mim. Sei da lealdade dele, e ele, da minha. Isso não me pega"

Durante jantar realizado com jornalistas esportivos, a presidenta falou sobre a Copa de 2014, mas também sobre a pressão relacionada ao movimento “Volta, Lula”; “Ninguém vai conseguir me separar do Lula ou ele de mim. Sei da lealdade dele, e ele, da minha. Isso não me pega”

Por Brasil 247,

Durante um jantar com jornalistas esportivos, que durou mais de quatro horas, no Palácio da Alvorada na noite de segunda-feira 28, a presidente Dilma Rousseff fez revelações importantes sobre a Copa do Mundo de 2014 e também falou sobre as eleições deste ano.

No capítulo política, a frase mais importante foi sobre sua relação com o ex-presidente Lula, que vem sendo assediado por parlamentares da base aliada a se lançar ao Palácio do Planalto já em 2014. “Ninguém vai conseguir me separar do Lula ou ele de mim. Sei da lealdade dele, e ele, da minha. Isso não me pega”, enfatizou a presidente.

Ao comentar a Copa que se aproxima, ela fez uma revelação. Disse que, se dependesse do governo federal, o Mundial seria realizado com apenas seis arenas – e não 12. Apesar disso, ela afirmou que não haverá elefantes brancos. “O governo não decidiu isso. Foi a Fifa com os estados. Mas foi bom ter os 12. Se não fosse a Copa, Cuiabá, por exemplo, não estaria recebendo tantas obras de mobilidade urbana. O estádio das Dunas, em Natal, valorizou os imóveis ao seu redor, atraiu lojas. O de Manaus terá cinemas, comércio, vai dar diversão à população”, disse ela.

A presidente também disse que o governo está preparado para conter eventuais protestos. “Não temos medo. Todos aprendemos com junho de 2013. Na Copa das Confederações, a polícia pesou a mão”, afirmou.

Na declaração mais polêmica do encontro, ela falou sobre o Mais Médicos. “Os médicos cubanos são mais atenciosos do que os brasileiros. São os preferidos dos prefeitos”.

 


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