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18 de dezembro de 2015, 08h58

Dilma: “Não se muda o País fechando escolas e reprimindo movimentos pacíficos”

“Sabemos que fechar escolas é extinguir sonhos, é romper relações estabelecidas, é fragilizar de alguma forma o futuro. Nós também não vamos mudar o Brasil reprimindo movimentos pacíficos com forças policiais”, afirmou durante a abertura da 3ª Conferência Nacional de Juventude.

“Sabemos que fechar escolas é extinguir sonhos, é romper relações estabelecidas, é fragilizar de alguma forma o futuro. Nós também não vamos mudar o Brasil reprimindo movimentos pacíficos com forças policiais”, afirmou durante a abertura da 3ª Conferência Nacional de Juventude

Por Redação

Durante a abertura da 3ª Conferência Nacional de Juventude, realizada na quarta-feira (16) em Brasília, a presidenta Dilma Rousseff ressaltou que há muitas formas de mudar o Brasil, mas que o caminho não seria fechar escolas ou reprimir movimentos pacíficos.

“Não mudaremos o Brasil fechando escolas, isso é certo. Sabemos que fechar escolas é extinguir sonhos, é romper relações estabelecidas, é fragilizar de alguma forma o futuro. Nós também não vamos mudar o Brasil reprimindo movimentos pacíficos com forças policiais”, disse, em possível referência às atitudes tomadas pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), em São Paulo, para oprimir manifestações estudantis.

Dilma destacou os investimentos em educação como um dos principais instrumentos de mudança no Brasil, citou a participação social como necessária para o governo e lembrou a importância dos jovens nesse processo. “Eu não podia deixar de falar aqui sobre uma outra conquista que é o Estatuto da Juventude. É uma verdadeira carta de direitos dos jovens desse País. Essa política está sendo construída com a participação de vocês, por meio do Conselho Nacional da Juventude e da Secretaria Nacional da Juventude”, discursou.

Foto de capa: Roberto Stuckert Filho/PR


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