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01 de junho de 2015, 11h28

Emocionado, Pimentel sai em defesa da esposa

O governador de Minas Gerais explicou que sua companheira, grávida e em repouso por orientação médica, foi “vítima de um erro” da PF e do MPF e que provas serão disponibilizadas em site; "Vamos levar às autoridades competentes documentos que são mais do que suficientes para a exclusão do nome de Carolina desse inquérito”.

O governador de Minas Gerais explicou que sua companheira, grávida e em repouso por orientação médica, foi “vítima de um erro” da PF e do MPF e que provas serão disponibilizadas em site; “Vamos levar às autoridades competentes documentos que são mais do que suficientes para a exclusão do nome de Carolina desse inquérito”

Por Jornal GGN 

No último sábado (29), o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, fez pronunciamento no Palácio da Liberdade defendendo sua esposa, Carolina de Oliveira. Ele afirmou que ela foi “vítima de um erro” da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF) nas investigações da Operação Acrônimo.

O jornal O Estado de Minas disse que o governador estava “visivelmente emocionado” durante o discurso. Ele explicou que Carolina não prestou esclarecimento público pessoalmente porque está grávida e em repouso por orientação médica.

“O mandato de busca e apreensão foi expedido com base em uma alegação inverídica. Absolutamente inverídica. A Carolina está sendo vítima de um erro, que vai ser esclarecido. Na segunda-feira vamos levar às autoridades competentes documentos que são mais do que suficientes para a exclusão do nome de Carolina desse inquérito”, afirmou o governador.

De acordo com Polícia Federal, Carolina seria dona de uma empresa usada pelo empresário Benedito Rodrigues de Oliveira, um dos presos da operação. O governador disse que vai disponibilizar em um site todos os documentos que comprovam que a esposa não está envolvida com as irregularidades apuradas.

“Não quisemos falar sobre isso nesta sábado, porque queríamos ter acesso aos autos do inquérito. Como já tivemos. Não achamos que haja qualquer má-fé nas investigações, respeitamos a operação e a investigação da PF e do MPF. No caso da minha esposa há um erro clamoroso. Vamos colocar os documentos à exposição em um site. Estamos sendo vítimas de um erro que será corrigido”, disse Pimentel.

Depois do governador, o advogado de Carolina, Pier Paollo Bottini, falou com a imprensa e apresentou o termo de encerramento da empresa Oli Comunicações e Imagens, que encerrou atividades as atividades no local em 2014. “A busca e apreensão determinada pela Justiça Federal, na sexta feira, teve como fundamento no MPF e na PF identificações equivocadas. Os investigadores apontaram que no endereço funcionaria a empresa da Carolina Oliveira. Na verdade, ela só funcionou até julho do ano passado. Depois, outra empresa passou a funcionar neste local: a PP&I, essa sim investigada no inquérito”, afirmou.

“Temos documentos para mostrar que a empresa de Carolina não era de fachada. Prestava serviços de assessoria de comunicação. Ela jamais prestou serviços à empresas públicas ou empresas mencionadas nessa investigação”, disse o advogado.

Com informações do Estado de Minas

Foto: Reprodução 

 


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