Figurações da violência e da memória no romance argentino contemporâneo

Foi um orgulho participar, durante os últimos anos, de um grupo de trabalho composto por pesquisadores brasileiros dedicados ao tema da violência. Meus amigos Márcio Seligmann-Silva (Unicamp), Francisco Foot Hardman (Unicamp) e Jaime Ginzburg (USP), três figuras com notável produção sobre o assunto, coordenaram esse esforço colaborativo. Um dos resultados do trabalho foi publicado este […]

Foi um orgulho participar, durante os últimos anos, de um grupo de trabalho composto por pesquisadores brasileiros dedicados ao tema da violência. Meus amigos Márcio Seligmann-Silva (Unicamp), Francisco Foot Hardman (Unicamp) e Jaime Ginzburg (USP), três figuras com notável produção sobre o assunto, coordenaram esse esforço colaborativo. Um dos resultados do trabalho foi publicado este ano, em dois volumes, pela editora Sete Letras.

A minha contribuição se centra em dois autores argentinos acerca dos quais já teci alguns comentários n’O Biscoito Fino e a Massa: Martín Kohan (a quem também já entrevistei) e Gustavo Ferreyra.  Ela expande bastante o já dito sobre esses autores no blog e tenta pensá-los dentro do contexto mais amplo da literatura pós-ditadura na Argentina. O artigo segue abaixo, em pdf:

Figurações da Violência no romance argentino contemporâneo

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