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01 de setembro de 2019, 10h15

Flávio Bolsonaro, ex-chefe de Queiroz, não permite acesso a seus gastos como senador

A cota parlamentar é a verba utilizada para senadores pagarem despesas com passagens, serviços postais, manutenção de escritórios, hospedagem, combustível, entre outras

Flávio Bolsonaro - Foto: Geraldo Magela/ Agência Senado

Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente do Senado, decidiu manter em sigilo as notas fiscais que teriam de justificar seus gastos com a chamada cota parlamentar.

A ideia foi imediatamente seguida por mais parlamentares. Pelo menos 12 senadores, entre eles Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), ex-chefe de Fabrício Queiroz, negaram pedidos feitos via Lei de Acesso à Informação com a mesma justificativa.

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Reportagem da Exame teve acesso a uma lista com 60 pedidos negados. Além de Flávio e Alcolumbre, aparecem Telmário Mota (Pros-RR), Omar Aziz (PSD-AM), Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Eduardo Braga (MDB-AM).

Despesas

A cota parlamentar é a verba utilizada para senadores pagarem despesas com passagens, serviços postais, manutenção de escritórios, hospedagem, combustível, entre outras.

Desde que assumiu o mandato, Flávio gastou R$ 102,9 mil da cota parlamentar, de acordo com o site da Casa.


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