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29 de junho de 2007, 18h51

Fóro Social de Atlanta critica belicismo dos EUA

Os temas da guerra, o militarismo e a destinação de quantias milionárias ao Complexo Militar Industrial pelo governo americano são debatidos a partir desta quinta-feira, 28, no Fóro Social de Atlanta, informa o comitê de organização do evento.

Os temas da guerra, o militarismo e a destinação de quantias milionárias ao Complexo Militar Industrial pelo governo americano são debatidos a partir desta quinta-feira (28) no Fóro Social de Atlanta, informa o comitê de organização do evento.

“Quando os EUA começaram a chamada guerra contra o terrorismo e estabeleceu o Departamento de Segurança da Pátria, isso significou um emprego desmedido do poderio do exército contra todos os críticos da dominação americana”, indica o texto, divulgado no site do evento.

“Washington continua ampliando sua máquina de guerra ao redor do mundo”, comenta o texto.

O documento também critica os governos dos estados americanos, que “bombeiam mais dinheiro para contruir prisões, centros de detenção, muros nas fornteiras e aumentam o número de polícias e agente nas ruas”.

No painel sobre a guerra e o militarismo falaram hoje Eli Painted Crow, da organização “Veteranas da Guerra do Iraque”, Faleh Abud Umara, membro da Federação Iraquiana de Trabalhadores do Petróleo e Judith LeBlanc, representante da organização Unidos pela Paz e Justiça, entre outros dirigentes.

Na tarde de quarta-feira, milhares de pessoas saíram às ruas de Atlanta, capital do Estado da Geórgia, antes do início do Fóro Social, que deverá durar até o próximo sábado, explorando temas que vão desde a justiça social até a globalização.

Ativistas de grupos de imigrantes, indígenas e vítimas do furacão Katrina, depositaram uma oferenda de flores no túmulo de Martin Luther King, símbolo das lutas pelos direitos civis nos EUA.

O reverendo Joseph Lowery, presidente da organização Conferência de Líderes Cristão do Sul, deu as boas vindas aos participantes e recordou que o evento se desenvolve ” espírito da não violência e da justiça”.

No Fóro participam ativistas de todo o país, inclusive 500 pessoas que chegaram na véspera, do Novo México, Texas, Lousiana, Alabama e Mississipi.

O Fóro conta com mesas redondas, um festival de cinema e oficinas, entre outras atividades.

 

Vermelho


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